
Natural da região de Múrcia, Cassandra foi penalizada e parte de sua sentença afirma que estes fatos "produzem perplexidade e indignação na sociedade" e "merecem uma sanção penal clara". Além disso, ele adverte que a humilhação das vítimas do terrorismo "atinge sentimentos de solidariedade comunitária que todos infracção terrorista percebe um ataque a coexistência pacífica construídas em conjunto."
"Ninguém com metade de um cérebro pode pensar que um humor, tão comum e socialmente aceitável na Espanha, é propenso a glorificar o terrorismo", disse Cassandra. "Eu já disse muitas vezes, não tenho nenhum arrependimento, é apenas humor, acho que ninguém deveria pedir desculpas por fazer humor, e menos um tão admitido em Espanha", afirmou Cassandra ao Diário 20 Minutos.
Assassinato de Carrero Blanco
Ocupou diversos cargos no governo franquista; foi assassinado em um atentado quando era presidente do governo de Espanha durante a etapa final dessa ditadura. A explosão, que acabou com a vida de Carrero Blanco, foi tão violenta que o carro voou pelos ares e caiu na açoteia de um edifício anexo à igreja onde assistira à missa momentos antes. Também faleceram outras duas pessoas, o inspetor de Polícia José Antonio Bueno Fernández, e o condutor do veículo, José Luis Pérez Mogena.
Carrero Blanco, em que pese a ter sido advertido da possibilidade de sofrer um atentado recusara aumentar as suas escassas medidas de segurança; o seu horário e os seus itinerários eram invariáveis e o carro no que se deslocava não estava blindado.
O objetivo do atentado, segundo indicava o comunicado no que ETA assumia a sua autoria, era intensificar as divisões então existentes no seio do regime franquista entre os "aberturistas" e os "puristas". Segundo declarações posteriores de Txikia, um dos membros do comando, Carrero Blanco era "uma peça fundamental" e "insubstituível" do regime e representava o "franquismo puro":
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