sábado, fevereiro 05, 2011

Universo e violência!

Hoje por volta de 6h, sábado (05/02), enviei esse e-mail através do site da Igreja Universal do Reino de Deus. Ainda não obtive resposta satisfatória. Então, gostaria de alertar a comunidade quanto as práticas do pessoal de segurança desta, estou sendo perseguido até minha residencia e ameaçado pela mesma e que estava "marcado" muito bem, afirmou o leão de chácara.
 
Ocorre que por um ato de um ébrio, se desencadeou uma briga de rua digna do filme Gangues de Nova Iorque. Voltando a questão da dita "liberdade de expressão", é inadimissível que se volte ao periodo da inquisição. Pois, realmente o que parece é que querem esconder práticas de uma instituição, das quais não me importam. Mas todavia, como eu não interfiro na opção de alguém perder parte de seus ganhos e trabalho em dízimos e etc, permito-me e não só a mim a liberdade de pensamento e de culto.
 
A indiganação me consome e peço perdão por fazer público algo particular, mas penso em alguém que não tenha os mesmos recursos midiáticos para protestar e tentar se proteger, como e o que lhe pode acontecer.
 
Vivemos uma época estranha, aonde o "reino de Deus", tem segurança e conta bancária, além de diseminar o ódio a minorias que não estejam submissas a seus feitos.
 
E-mail a IURD:
 
"Olá, sou brasileiro, estou em Buenos Aires e gostaria de uma providencia de vocês quanto ao que ocorreu nesta cidade na sede de vocês na Avenida Corrientes.

Estava voltando de uma festa e por infelicidade passei na calçada de uma igreja de vocês e ao que um conhecido meu, embriagado, falou a pessoas a frente da igreja  seus pensamentos quanto a igreja de vocês, seguranças da IURD, nos perseguiram e me agrediram.
Sou correspondente internacional aqui nesta cidade de um jornal de Santa Catarina... e gostaria de saber qual a medida de vocês quanto a este absurdo.

Att. Prefiro preservar minha integridade.

Pois fui ameaçado por funcionários e fiéis de vossa congregação."
 
 
É uma lastima que, cada vez mais, o mundo esteja controlado por ditadores, preconceitos e fascismo.
 
 
Fernando Schweitzer 

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