segunda-feira, fevereiro 02, 2026
Ainda Forasteiro
sexta-feira, agosto 15, 2025
Como funciona o Banco Central — Versão Descomplicada
O objetivo aqui é mostrar, de forma clara, o papel do Banco Central (BC) na manutenção do capitalismo brasileiro — um capitalismo dependente, submisso ao capital internacional — e por que ele é alvo constante de disputas políticas e econômicas.
1. Antes de falar do BC: o que é o Estado burguês?
No capitalismo, o Estado não é neutro. Ele existe para garantir que o sistema continue funcionando a favor da classe dominante. Como Engels escreveu no Anti-Dühring:
“O Estado moderno é, portanto, uma máquina essencialmente capitalista, é o Estado dos capitalistas, é o capitalista global ideal” (ENGELS, 2015, p. 314).
Na Europa, antes das Revoluções Burguesas, a burguesia queria limitar o poder dos reis absolutistas para evitar qualquer interferência nas relações de propriedade e no “livre mercado”.
Depois que tomou o poder, essa mesma burguesia passou a defender:
-
Restrição política (voto censitário, excluindo trabalhadores);
-
Mínima regulação econômica — só garantindo propriedade privada e competitividade.
Mas “Estado mínimo” nunca existiu de verdade. Enquanto se recusavam a criar leis trabalhistas, os governos burgueses usavam o Estado para fazer guerras, conquistar colônias e proteger interesses capitalistas.
2. O século XIX muda o jogo
Com o crescimento dos partidos, sindicatos e greves, a classe trabalhadora conquistou direitos: voto, redução de jornada, proibição do trabalho infantil, educação pública etc.
Isso obrigou o Estado burguês a ampliar sua atuação para mediar conflitos e evitar que o movimento operário radicalizasse.
Um exemplo histórico: depois da Comuna de Paris (1871), governos como o da Alemanha e Áustria-Hungria aprovaram leis de descanso semanal, indenização por acidentes, fiscalização de fábricas, seguros e habitação popular (GONZÁLEZ GARCÍA apud COSTA, 2011, p. 56).
Isso não foi “bondade”: foi estratégia para controlar o movimento operário.
3. Capitalismo monopolista e mais intervenção estatal
No fim do século XIX, o capitalismo entrou na fase dos monopólios (imperialismo).
Segundo Mandel (1969), isso trouxe:
-
preços mais altos nos setores monopolizados,
-
maiores taxas de lucro,
-
concentração de investimentos,
-
mais uso de tecnologia para reduzir trabalho humano,
-
e custos crescentes de distribuição.
O Estado passou a intervir ainda mais, equilibrando demandas da classe trabalhadora com as necessidades de lucro da burguesia.
Rosa Luxemburgo resumiu bem:
“O próprio desenvolvimento capitalista [...] torna cada vez mais necessária a sua intervenção e seu controle” (LUXEMBURGO, 2015, p. 54).
4. O discurso da austeridade
Hoje, no Brasil, o mantra central da classe dominante é: “o Estado é como uma família, não pode gastar mais do que arrecada”.
Essa ideia é sustentada por três pilares:
-
Orçamento estatal = orçamento doméstico (falso);
-
Mais gasto público = mais inflação e juros altos;
-
A dívida pública tem um limite “natural”.
Na prática, o BC cria dinheiro sem precisar “guardar antes” — como explica o Bank of England:
“Os bancos comerciais criam dinheiro [...] quando fazem novos empréstimos [...] é criado com o traço das canetas dos banqueiros” (Bank of England, p. 16).
E o Estado faz o mesmo ao gastar, emitindo moeda estatal (reservas bancárias). Isso não tem limite técnico, só político.
5. Como o BC mantém a roda girando para o rentismo
O BC controla a Selic — taxa básica de juros — para regular o mercado interbancário.
Se os bancos precisam de reservas, o BC empresta à Selic.
Se há excesso de reservas, o BC “enxuga” esse dinheiro tomando-o emprestado, também à Selic.
Ou seja:
-
Sempre há liquidez para os bancos.
-
Sempre há remuneração para o capital aplicado em títulos públicos.
E aqui está o truque: aumentar a Selic aumenta o gasto do Estado com juros da dívida. Cada 1% a mais significa +R$ 72 bilhões de gasto financeiro.
Isso aumenta o déficit nominal e serve de justificativa para cortar gasto social (gasto primário), não o gasto com juros (gasto financeiro).
6. O ciclo viciado
O Boletim Focus (criado no governo FHC) coleta expectativas de bancos e fundos e influencia a decisão sobre a Selic.
O capital pressiona por juros altos, alegando risco fiscal.
Juros altos aumentam o gasto com dívida → aumentam o déficit → justificam mais juros altos.
É uma profecia auto-realizável.
Enquanto isso, qualquer inflação é explicada pelos liberais como “excesso de demanda”, mesmo quando vem de choques de oferta (secas, câmbio, guerras).
Resultado: juros altos para “controlar” preços, mesmo que o problema não seja demanda.
7. O papel político do BC
O Banco Central é mantido como guarda-costas do rentismo:
-
Selic alta = lucro certo para quem vive de juros;
-
Gasto social limitado;
-
Gasto financeiro livre;
-
Intervenção no câmbio criminalizada.
Tudo isso embalado no discurso de que o BC é “técnico” e “neutro”.
8. Conclusão prática
Mudar essa lógica não é só questão de “teoria macroeconômica correta”. É questão de poder político.
Derrubar essa estrutura significa enfrentar a burguesia que vive do rentismo.
Como o texto original lembra, a luta não é para “ter um BC da classe trabalhadora” no capitalismo, mas para saber o que fazer com o BC quando o poder político estiver nas mãos do povo.
REVISÃO EM TÓPICOS
1. O que é o Estado burguês
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Não é neutro: garante que o capitalismo funcione a favor da classe dominante.
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Engels:
“O Estado moderno [...] é o capitalista global ideal” (2015, p. 314).
-
Estado mínimo é mito: mesmo no liberalismo, o Estado sempre agiu para proteger interesses capitalistas (guerras, colônias, obras).
2. Mudança no século XIX
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Greves, sindicatos e partidos operários conquistaram direitos: voto, jornada menor, fim do trabalho infantil, educação pública.
-
Ex.: após a Comuna de Paris (1871), Alemanha e Áustria aprovaram leis de descanso, indenização, habitação popular (GONZÁLEZ GARCÍA apud COSTA, 2011).
-
Isso foi controle político, não “bondade”.
3. Capitalismo monopolista
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Fase dos monopólios (fim do séc. XIX) → Estado intervém mais para:
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Garantir lucros altos nos setores monopolizados.
-
Regular a economia a favor do grande capital.
-
-
Rosa Luxemburgo:
“O desenvolvimento capitalista [...] torna cada vez mais necessária a sua intervenção” (2015, p. 54).
4. Ideologia da austeridade
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Narrativa central: Estado = família, não pode gastar mais do que arrecada.
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Falso: Estado emite moeda; limite é político, não técnico.
-
Bank of England: bancos criam dinheiro quando emprestam, não precisam “guardar antes” (p. 16).
5. Como o BC atua
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Controla a Selic (taxa básica de juros) para regular liquidez no sistema bancário.
-
Se falta dinheiro → BC empresta à Selic.
-
Se sobra dinheiro → BC toma “emprestado” à Selic.
-
Resultado: bancos sempre lucram e têm liquidez garantida.
6. O ciclo viciado
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+1% na Selic = +R$ 72 bi em gasto com juros.
-
Gasto financeiro cresce → déficit aumenta → justificam cortes no gasto social.
-
Boletim Focus (desde 1999) coloca expectativas de bancos como base para decisões.
-
É uma profecia auto-realizável:
gasto → juros altos → mais gasto com juros → mais corte social.
7. Inflação e manipulação do discurso
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Liberais: toda inflação = excesso de demanda → receita: cortar gasto e subir juros.
-
Ignoram causas de oferta (secas, câmbio, crises).
-
Isso mantém juros altos mesmo sem necessidade real.
8. O papel político do BC
-
Mantém juros altos = lucros garantidos para rentistas.
-
Limita gasto social, libera gasto com juros.
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Intervenção no câmbio é criminalizada (defendem “câmbio flutuante” como natural).
9. Conclusão
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Mudar essa lógica é questão de poder político, não só de “economia correta”.
-
A luta é para saber o que fazer com o BC quando o povo tiver o poder.
💡 Resumo da síntese:
O BC é peça-chave para manter a economia brasileira funcionando a favor do capital financeiro.
Ele garante lucros aos rentistas, limita políticas sociais e usa discursos “técnicos” para blindar interesses de classe.
quarta-feira, outubro 31, 2018
Onda Empática Apática
De cuantos pasos necesitaré para que se pase, suele pasar
No pasa, ni que se pasen muchas decadas
Dice un tipo que salió de allá que: suele doler
Puede ser que no sea como imaginamos, suele pasar
De cuantos muertos hablamos para que se pase, suele pasar
No pasa, ni que se pasen de la ralla
Dice un tipo que mismo aquí no salió de allá: suele pasar
¿Cómo medir lo inmaterial?
Es como gritar a través de la cuerdas vocales del otro
¿Cómo medir el sentir?
Es como callar cuando tus venas abiertas verten
Suele ser oscuro todo que se ve con claridad
¿Cuál oceano es más oscuro?
¿Sería el tuyo? o ¿Sería el mío?
Suele ser solamente oscuro mientras en el se navega
Difícil salirse de dentro de si mismo
Imposible penetrar en el otro
¿Empático?
En asfixiante estado inevitable
¿Apáticos?
En inexorable estado de ausencia de empatía
Esto no se sabe cuando fue escrito
1900 y... 2000 y... Antes del después
Esto no se sabe adonde fue escrito
Alemania... Brasil... Antes del después
Nando Schweitzer, poemas de um exilado
quinta-feira, dezembro 21, 2017
NÃO MANDAREI CARTINHAS!
sexta-feira, junho 30, 2017
Como não cagar suas férias por falta de passaporte?
1 – CONSEGUIREI AGENDAR ONLINE A EMISSÃO DO MEU PASSAPORTE?
2 – JÁ FIZ O AGENDAMENTO ONLINE, E AGORA?
3 – EU FUI ATENDIDA NA PF ANTES DA SUSPENSÃO, ISSO ME AFETARÁ?
4 – PRECISO VIAJAR POR MOTIVO DE DOENÇA E AGORA?
- Catástrofes naturais;
- Conflitos armados;
- Necessidade de viagem imediata por motivo de saúde do requerente, do seu cônjuge ou parente até segundo grau;
- Para a proteção do seu patrimônio (o que não inclui o mero prejuízo com passagens, hospedagem etc);
- Por necessidade do trabalho;
- Por motivo de ajuda humanitária;
- Interesse da Administração Pública;
- Ou outra situação emergencial que não se poderia prever, cujo adiamento da viagem possa acarretar grave transtorno ao requerente;
5 – QUANDO A SITUAÇÃO SERÁ NORMALIZADA?
quinta-feira, junho 01, 2017
FN: Brasil é 3º no rankig da Paz Mundial
quarta-feira, maio 03, 2017
Lula X Correa: O continente em constante ameça do neoliberalismo
quinta-feira, abril 27, 2017
Greve Geral: Sou um excluído dessa geringonça chamada capitalismo
Não sou coxinha, nem mortadela, por casualidade reivindico a esquerda real. Anti-imperialista, anti-neoliberal, anti-você. Não confundo trabalho com "ter emprego". Essa ótica frenética modernista, ou moderninha prefiro dizer, da mais-valia absoluta consiste na intensificação do ritmo de trabalho, através de uma série de controles impostos aos operários pela casta alta a seus vassalos.Esta greve geral que se está a fazer é tão útil quanto os protestos pelos 20 centavos de 2013. Não gerarão nenhum tipo de mudanças estruturais e ainda como rebote criaram cenário fértil e favorável ao golpe de 2016. Pedir aumento? Porque não exigem participação nos lucros e de produtividade? Quando se protesta sem objetivos claros e atendendo ao chamado das CUT's e Força Sindical da vida, o trabalhadores se tornam massa de manobra. Cada sindicato de cada setor deve negociar só e isoladamente, esta seria uma luta real obreira. Um único sindicato a negociar de forma genérica, cria debilidade nas relações de trabalho e benefícios desuniformes e irrelevantes aos trabalhadores.
Quem acredita em sorte? Enquanto trabalhadores não abram os olhos e lutem de forma coerente, propositiva e eficaz... Nem que tivesse ganhado na Mega Sena... Sorte tem quem nasceu rico, bonito e famoso. O resto é luta! Não tenho "emprego", não sou assalariado, trabalho mais horas/dia que os escravos modernos, mas todavia almejo objetivos muito mais além do que os tais grevistas e aspirantes a revolucionários da vez. Protestos pelo fim da CLT são para mim um mero continuísmo desta engrenagem a la Tempos Modernos, aquele filminho do chatíssimo Charles Chaplin.
A Reforma Trabalhista na década de 40 foi a que criou a CLT, Consolidação das Leis Trabalhistas, impondo ao patronato certo respeito ao trabalho e ao seu factor, até então apenas continuísmo adaptado em suas relações senhorio-vassalo dos séculos escravocratas. O projeto de Temer, Meirelles e dos seus adquiridos na Câmara devasta 117 artigos da CLT. Devasta, pois, a CLT. Ninguém aqui busca defender o vampirinho do mal, mas afirmar que a reforma de Getúlio era obsoleta já à época.
Incertos seres podem aferir que "apesar de em parte deslegitimar a greve de hoje, o artigo defende o direito de greve e ataca a constante perda de direitos trabalhistas que vem ocorrendo sistematicamente desde 1994". Este seria o comentário mais acertado de um apoiante da greve geral de 28/04/2017. Mas será que num país binário, do 8 ou 80, alguém consegue chegar a este nível de clareza e análise?
quinta-feira, abril 20, 2017
Papa desiste de visitar o Brasil, mas satanás confirma

Depois de o Papa Francisco haver se recusado a visitar o Brasil devido ao golpe parlamentar ocorrido no país, outra ilustre visita, sta sim confirmada se anunciou e pode ser a maior visita de uma sumidade neste ano a realizar visita oficial.
Membro da igreja Assembleia Renovada do Espírito de Deus está conclamando todos os brasileiros para o grande dia do arrependimento que será no dia 22 de abril, deste ano. De acordo com João Dionísio de Almeida, conhecido por suas profecias apocalípticas, o país chegou a um nível de hipocrisia muito elevado e diante das autoridades espirituais não há mais retorno para os brasileiros que receberão a visita de Satanás na terra, justamente no Brasil.
sexta-feira, abril 07, 2017
Tangente Econômica: A saída é pela esquerda?
quarta-feira, janeiro 18, 2017
Líder nazista teria terminado seus dias em Santa Catarina
O antigo espião Bob Baer e Tim Kennedy, um sargento das forças especiais americanas que esteve envolvido nas investigações ao paradeiro de Bin Laden, entre outras, reviram mais de 12 mil documentos de agências de informação um pouco de todo o mundo que entretanto foram tornados públicos e assim pode concluir que a fabula sobre o paradeiro d líder nazista realmente tenha sido o sul brasileiro.sábado, maio 28, 2016
Atualidades lusitanas, tanto mar.
Ir a Portugal é hoje quase o mesmo que um português descobrir as Índias ou as Américas. Tanto é que os lusos mesmo ao assistirem farta programação em suas emissoras produzidas por cá... destas apenas se tem como única fonte para a realidade de sua ex-colonia.
Se muitas vezes os que no Brasil estão não conseguem se enxergar na telinha, quem dirá um português conseguirá ver ou perceber, como lá se diz algo sobre o tal país tropical.
Bem, devaneios a parte. A pulsante atual política portuguesa passa ao largo dos noticiários brasileiros e vice-versa.
Mas a influência de veras de um para o outro perdeu significado na mente popular.
A falta de ditaduras ao molde dos anos da guerra fria, hoje nada mais faz o mundo sentir-se pequeno, ou se dividir. Nada mais somos que hoje cidadães do mundo. Assim, não damos mais tanto importância as origens, ao idioma, ao laço histórico.
Queria mesmo que além da poesia que nos resta, da língua comum que nos resta... Tivéssemos mais, tivéssemos cais... Um atracadouro vindouro entre ambos, em constante e não tão aparcada relação.
terça-feira, outubro 07, 2014
Ainda somos coxinhas e vivemos como os nossos avôs!
Era uma ironia suave aos que vem no governo atual(que é neoliberal) algo que ver com Cuba. Óbvio que o crime de um não ameniza o do outro. Os cubanos que fogem a Cuba, são do mesmo naipe dos Brasileiros que hoje fogem para os USA, com a diferença única que os brasileiros se fossem menos americanizados poderiam ir a 197 países do mundo... Pois tem dinheiro e condições para isto. Enquanto o povo cubano empobrecido por um boicote de 60 anos, mais uma ditadura nefasta(tanto quando a ditadura brasileira, que matou e empobreceu o país... que logo ao seu fim viu mesmo na pseudo democracia do bipartidarismo na era Sarney suas prateleiras de mercado vazias e inflação de 120% ao mês).domingo, agosto 17, 2014
Enterramos a terceira via? O medo venceu a esperança!
Perdemos a curiosidade infantil. Felizmente. Toda criança é chata e sem critérios. Um ser cheio de angústias e buscando desbravar o novo. Tolas criaturas... Como se existira algo novo... Nesta incorruptâncial e marasmática actualidade. Clamemos aos... Não clamemos a nada. Conforme-mo-nos com nossa substantiva incapacidade de sermos únicos, indivíduos. Comemorardes sua pasteurização lactal!terça-feira, janeiro 14, 2014
Que tal um "rolezinho" cultural?
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| Campanha da marca Benetton que usou elementos considerados da contra-cultura |
não seja americano. Como se um produto que não venha do Império do Norte não tenha a possibilidade de ser algo bom.
segunda-feira, outubro 07, 2013
É o que tem pra hoje!
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| Maluf e Brizola - Debate Presidencial de 1989 |
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Quem nunca quis participar de uma competição de punheta com os amigos, e descobrir quem goza mais rápido? E esta é a nova moda entre un...
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Este francês... este ente estranho e mui afamado, tal qual pedra... ou bola de cabelos enredados... Sabor de toronja passada em seu te...
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Fernando Schweitzer , Florianópolis/SC - Ator Não-Global, Diretor Teatral, Cantor, Escritor e Jornalista A brincadeira de um aluno engra...
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O jovem – chamemo-lo de Mário, pois todo desgraçado merece ao menos um nome – acordou antes do sol. E antes do sol acordaram sua...
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Quando o acesso a um patrimônio natural, arqueológico e cultural de Florianópolis passa a custar mais de R$ 200 por pessoa, a pergunta deixa...


