quinta-feira, abril 21, 2016

1007: democracia em que exclusivamente os fascista se beneficiarem

Defendo aliteradamente o direito de seres humanos livres de serem fascistas. Tão pouco me preocupo com minha segurança, pois, desde que vivo no Brasil e penso dentro de um perfil com um sentido iluminista, algo que difere do status quo, típico ao século 2 depois de Buda me sinto perseguido. E isto peço mero e simplista ato de pensar diferente.

 Conto a vossas pessoas, não porque creia que vão me valorar, mas só pelo feito de que...  Se sentem, como meu agressor, algo melhor que eu. Um ser fascista, machista e saudável, este que veio a abordar-me numa noite com seus pensares.  Lhe disse o que creio, sem pretensões de fazer-lhe evoluir, e segui meu caminho, o deixei para trás. Viva! E em menos de 10 minutos fui abordado por um segurança pró normatividade, acusado de ter agredido... Oi! Agredido, um indefeso hétero-normativo. Este me denunciou falsamente a segurança, e afirmou que fiz donzelas recatadas, belas e do lar chorar.. e ainda, segundo este, ao pretexto não comprovado, seguranças deste mesmo recinto tão ilibado, ali mesmo fui cerceado, ali aonde pessoas fazem sexo pelos cantos me abordaram e me levaram para fora do recinto, Até aí, mesmo em desacordo com os falsos argumentos, me redimi e saí... Afinal minha consumação já teria se encerrado e de veras pretendia ir a casa.

Pois, tão pouco pretendia ficar mais no local. Embora a agressão injustificada, quando chego a saída, fui novamente ameaçado pelo neo-nazista, e este que disse: que fiz duas meninas chorar e soluçar... Não tenho uma puta raca ideia de quem são estás... Mas se o fascista diz, claro deva ser verdade. Quase me rompi em soluços ao pensar... Nunca me dirigi a meninas nesta mesma noite. Fui expulso injustamente de um lugar... Pelo simples feito de ser civilizado e ao invés de ignorar, ou refutar, ou até mesmo mandar a merda um facho nato, argumentei para com o mesmo.

E ainda VOU CORRER O RISCO DE SER AGREDIDO, por um nazista? Fui para minha casa! SIM! Com medo. Mas não por achar que sou um câncer para a sociedade, mas sim por ver que você que finge que é um ser humano e é tão nazista quanto este rapaz que mentiu e me perseguiu, possa ter mais respaldo social que eu. Mas até eu ser obrigado a ir embora de uma festa que eu paguei para entrar, eu ainda pensara que este era um país democrático.

Eu sei que serei morto por ser sincero. Bem já sou um morto em vida. qual a diferença?

Claro que a mesma e eficiente segurança ao passo que fui empurrado dentro do recinto pelo indignado e sem argumentos rapaz nada fez, teve a competência de posteriormente me seguir e aí sim, "fazer justiça". É como se a pessoa estuprada fora culpada pelo estupro.

Fui retirado de uma festa, porque um ser disse que eu fiz 2 donzelas chorar. Pergunto-lhe-eis a quem fiz chorar. Que mentira descabida foi esta? Se sequer me presto a falar com raparigas que não me dirijam a palavra.

Então porque um rapaz do qual por simples questões de cérebro, capacidade e entendimento discordamos, um ser auferido pela alcunha de responsável da segurança me retirara do recinto?

Mas ante o pior dos desmandos, e pasmem ameaças dentro do tal recinto, fui retirado. Segundo o segurança, porque 3 pessoas, segundo ele, depunham contra mim. Pergunto eu, quais pessoas? De que índole?

Bem, se além do fascista outros colaboraram com o feito, isto de veras me assusta mais. Me encantaria que com a mesma severidade que me excluíram de um recinto pesquisassem e investigassem as ameaças de morte que sofri. Denunciassem aos que numa festa passada inscreveram cousas de cunho nazista as paredes do local.

Justiça, coerência... Hummmm... Isto não se vê no Brasil.

A casa está por tornar-se uma nova Fields, e até ter o seu primeiro assassinato não acordará para o que está a fazer. Sorte!




quarta-feira, abril 20, 2016

Jair Bolsonaro, um fenômeno do fascismo de massa

Como muitos sabem sou assessor de imprensa e trabalho especialmente em redes sociais. Observei uma curva ascendente de +345% em curtidas na página de Jair Bolsonaro nesta semana em comparação a anterior. Isto COMPROVA QUE as políticas de marketing, publicidade e mídia sejam planejadas ou não influem na opinião pública. COMO UM FERMENTO A IMBECILIDADE COLETIVA Os ditos execráveis deste deputado em rede televisiva nacional serviu para acordar micros demônios fascistas que sim já existiam, mas estavam no lençol freático de nossa sociedade. A quem dos protestos contra a infeliz incitação de um torturador do regime militar, surgiram muitas manifestações em prol deste ser que as proferiu. Esta, sim podemos até relevar ao efeito mídia-gado-ignorância-massa de manobra-alienação-despolitização do Brasil, mas todavia temos de ampliar a lente sobre tal acontecimento. Sentir-se representado por um fascista nos faz fascista? Segundo a lei de anistia não. Mas esta mesma e infeliz lei adoptada em muitos países pós-períodos de exceção e regimes ditatoriais, faz com que segundo seus teóricos e adeptos não se criem rusgas posteriores e assim facilitando a redemocratização sem traumas e revanchismos. Pois, vamos lá. Creio que a não punição de ditadores e colaboradores é a grande responsável por este clima de insuflação de ideologias neonazista no Brasil. Mesmo com uma dita democracia, limitada e indireta diga-se de passagem, o país sul-americano a diferença de seus pares do Mercosul que já estabeleceram prisões e juízos para com os seus criminosos do período da ditadura ainda não fez justiça a esse passado negro e as viúvas e viúvos deste período. Me intriga mais que ex-apoiadores, ainda vivos, defendem e peçam o regresso de um regime militar contra o mal comunista. Por mais que estes não tenham a menor puta raca ideia do que seja o sistema ou o que defende como práticas o comunismo, ou um sistema similar. Não mais me alarma é que criaturas criadas em regime democrático e em tese mais cultas e alfabetizadas que seus país e avós venham a defender plataformas de cunho tão reacionário e conservador. As crianças, assim nomino aos que nasceram após 85, não sabem o que é viver sem liberdade. Pobres ranhentos que confundem liberdade com liberalismo, capitalismo com direitos iguais a todos. Medíocres transeuntes que nunca precisaram buscar em uma gondola bem ao fundo os preços em mercadorias com etiquetas velhas, para poder chegar ao fim do mês. Pois, naquela época os preços eram remarcados 3 vezes ao dia. As pessoas corriam do banco ao supermercado, colocavam os filhos a fila do caixa enquanto corriam as gondolas a buscar tudo no preço do dia anterior. Lindos anos dourados do liberalismo anti-nacionalista aonde remarcador de preços era um trabalho noturno. Sim, pois o patrãozinho queria lucrar acima da inflação de três dígitos em cima do povo. Nem os freezeres conseguiam manter os preço congelados. Realmente passo por estes dias apenado com o que esta sociedade deste pseudo-país falsamente democrático se transformou. Um bando de nazistas a orar por um novo Hitler e salvador da pátria para salvar-lhes de um mal inexistente. Somente uma aculturação provocada por sucessivos governo de direita, nos quais incluo os 3 do PT, pois foram meras continuidades travestidas de governo popular de seu antecessor. Todos venderam-se, estrupiram estatais, privatizaram as riquezas e tudo no país. Por, Nando Schweitzer​ (Jornalista independente, diretor teatral e contaminado pelo bicho da sinceridade)

segunda-feira, abril 18, 2016

Sobre os pedidos de mudanças no Brasil

Desde 1964 se tem no Brasil presidentes comprometidos com o capital estrangeiro e o entreguismo anti-nacionalista. Políticas de sucateamento do ensino público e políticas econômicas liberalistas. Ao grão, aos que bradarem por mudanças, somente espero que queiram mudanças estruturais. Pois vivemos a meio século com políticas de mesmo cunho e norte. Mudança nas estruturas, disto o país necessita. Não câmbios superficiais de legenda, máfia, bando ou corrutela.

terça-feira, fevereiro 16, 2016

Nova casa em São José inaugura conceito inédito na região

Inauguração teve público eclético em São José - Show de sexta-feira
No bairro Campinas, São José, o Stylus Bar, um local de encontros e diversão, dirigido ao público mixfriedly têm ma proposta diferenciada. Aberto de 4ª à Domingo, no requintado bairro josefense. A inauguração teve como atração a cantora carioca, Roberta Rávi e no sábado o duo Guilherme Corrêa e João Frasson que regressarão no próximo final de semana, nos dias 19 e 20 de Fevereiro respectivamente.

A cantora com um timbre único, após longa temporada em Londrina, regressa as noites da capital e região. Ela irá mostrar todo seu talento em um repertório que percorrerá os gêneros MPB, Rock 80', Sertanejo Universitário, e Pop Rock, buscando assim interação e atingir um público eclético. A casa têm shows ao vivo, tragos, bebidas e música ambiente.

Em um local dirigido ao público Mix Friendly da grande Florianópolis, abrirá suas portas a com música ao vivo e karaokê. O duo Guilherme Corrêa e Gustavo Charles, estarão no sábado com seu novo show ao vivo. Trazendo o melhor do under e pop internacional, e sucessos do pop brasileiro.
Muita gente bonita e descontraída - Show de sábado no Stylus Bar 
O novo conceito que é muito conhecido e sucesso em países como Espanha, Peru e Argentina a alguns anos começa a virar febre no país. Cidades como São Paulo e Porto Alegre já possuem várias casas, danceterias e bares neste seguimento que ainda segue tímido em Santa Catarina.

São José, na região metropolitana de Florianópolis, acaba de ganhar um bar GLS. Além de uma boate instalada na cidade, o Deny´s, agora a comunidade LGBT ganhou o Stylus Bar, que inaugurou dia 29 de Janeiro e terá karaokê antes e após os shows de bandas na programação. O local é pequeno mas aconchegante, tem mesas, fachada em madeira e fica no bairro de Campinas.
Serviço

Local - STYLUS BAR
Abertura da casa: 20:00h - SHOW 22:00h.
Rua Ver. Mário Coelho Pires, 209 -Campinas
São José / SC
Entrada Revertida em Consumação R$ 20,00

sexta-feira, fevereiro 12, 2016

O Direito de Cagar!


cagandoHá muito tempo que ando sem escrever sobre coisas que ocorrem a todos, embora muitos de nós não percebamos o quão estamos imbuídos destas, ou desta.  Passei horas a pensar, comer, pensar e comer, pensar e comer… E o assunto da coluna de hoje não brotava. Devido a tanto comer e pensar, assomados ao calor fui obrigado a ir cagar. Vejamos… Sempre mandamos os outros irem cagar, mas nunca mandamos a nós mesmos. Em meio a televisão. Aplicativos de chat, de sexo, facebook, grupos de whastsapp do trabalho, dos amigos, dos ex-amigos, jogos on-line, celular, parentes à casa a incomodar e interromperem minha linha de raciocínio… Ufa. Qual o tempo que temos para reflexões profundas e intelectualizadas. Como assentar nossos conflitos e reflexões em um ato elaborado de reflexão sério?

CA-GAN-DO. Neste mundo desrespeitoso para com o indivíduo, dentro da perspectiva do neocapitalismo, não temos mais direito a sermos(indivíduos). Mas hoje a única hora, ou momento, de paz que possuímos é… cagando.
No Brasil, os direitos individuais foram regulados pela primeira vez na Constituição de 1824. O art. 179, em 35 incisos, estabeleceu um conjunto de direitos individuais. O art. 72 da Constituição de 1891, primeira Constituição do Brasil republicano, assegurou aos brasileiros e estrangeiros residentes no país o direito à liberdade, à segurança e à propriedade.
De veras, não tenho me sentido tão livre assim ultimamente. Se estás a um ônibus, estás sobre os olhos vigilantes da sociedade, essa que por construção histórica é bisbilhoteira e se preocupa mais com o alheio que com o próprio orifício. Dezesseis edições de Big Brother, oito de A Fazenda, e sete ou oito de A Casa dos Artistas que o digam. Nas primeiras não se mostravam tanto os banheiros como nas atuais. Claro sinal de que os sensos de individualidade estão em gradual e acelerada descaracterização.
Voltando a cagalhança… Não a da sociedade hominídea, mas a da privada, e em âmbito privado… Enfim. De tudo que há na terra não há nada em lugar nenhum, hoje em dia mais trasconfigurizado e tranquilizador; e particular que dar uma bela defecada.
Sou contra o capitalismo selvagem, mas graças aos fast-foods e shoppings temos aonde cagar gratuitamente nos dias atuais. Estão eles assim segundo meu ver a dar sua contrapartida social. Realmente, há males que vem para o bem!
Citando o grande José Wilker, em momento sublime de atuação, em que lhe falam por longo tempo coisas de completo desinteresse de sua personagem: “Está tudo muito bom, mas… Agora vocês me deem licença que eu vou dar uma cagada!”
Nossas cidades hoje tem um complô contra a liberdade do cidadão. Onde cagar atualmente é um problema, mesmo em períodos de baixa temporada em cidades turísticas. Ou é ainda pior. Menos locais abertos, e com horários de funcionamento mais restitos. Eis que me ocorre uma grande frase para a posteridade. Cagar, ou não cagar? Eis a questão! Onde cagar, como cagar, porque cagar?
Lembro da saudosa casa de minha madrinha de batismo, do quão não me deixaram fugir. Lá se cagava com classe. Havia uma grande estante, com excelentes papéis higiênicos, revistas em quadrinhos, livros de piadas para adultos, revistas políticas, jornais, livros de suspense e de detetive… Ai como era lindo cagar! Nunca ninguém batia apressado a porta, haviam um outro banheiro menor, e se era uma fisiológica emergência havia um plano B. Aí comecei a gostar de literatura.
Nosso anseio exagerado em nos tornarmos civilizados, eruditos, etc, nos retirou um direito simples e básico, natural e inerente ao ser humano. O direito de cagar. Tanto o é assim, que mesmo que biologicamente estivesse a ponto de, não me permitia, pois estava a horas refém da tecnologia, da sociedade, do politicamente correto, da loucura do dia a dia, dos afazeres, do trabalho em casa, do… Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!
Estava já como literalmente enfastiado, claustrofóbico mesmo estando com a janela aberta. E quando uma crise existencial, de stress, de ansiedade, dentre outras já pensava em chamar o SAMU, um táxi, o 190… Caguei! Sem celular, com a televisão desligada. Caguei!
Minha dica de hoje, é: cague, cague muito, cague hoje, cague agora, cague sempre… Mesmo sem vontade. Cague!!!

Nando Schweitzer é um cagador profissional, que tem praticado pouco este ato de liberdade devido ao excesso de afazeres para pagar as contas e a falta de banheiros públicos na cidade.

terça-feira, fevereiro 09, 2016

Auto-análise de um par perfeito

Todos os dias que passaram, e os que não
Todas as coisas que vão, e os que não
Tanto quisemos, tão pouco fizemos
Tanta loucura, tão pouca paixão

Traímos, sim, nossas próprias traições
Tratamos tudo como um não
Travamos uma guerra de paixão
Tramamos ardilosamente nossa separação

Trancos nada mais que barrancos
Tiranamente nos tiramos um do outro
Troikanamente nos despedimos de nossa melhor alegria
Troianamente, mas em silêncio nos amamos

quarta-feira, dezembro 02, 2015

Estar naquele momento em que pensantes: A morte é o caminho digno...

Assim me sentia ao matricular-me ao jornalismo da Estácio de Sá. E hoje em minha última prova aqui, eis que, realmente vejo quão racional era há anos atrás.

A mensalidade subiria 26 vezes após este fatídico dia.
Foderia ao mínimo 5 acadêmicos de meu curso... Data vênia, muitos mais de outros cursos por serem pessoas menos chatas.
Faria 40 ou mais entrevistas de emprego... E veria pessoas que me pediram cola na faculdade serem os contratados.
Assim reflito: Se o mundo fora uma lanchonete, faltaria espaço para as coxinhas.
Enquanto o demoníaco Barreiros-Sede não vem, e o contrato como estagiário da RBS não me é proposto, sigo calculando a quantidade específica de arsênico para... fazer justiça neste mundo justo e coerente.
Falta-me apenas o TCC, E UM MUNDO MELHOR para usar a buceta do diploma.
Mas para que diploma. Se tantos mentecaptos da segunda fase e similares estão com suas vagas garantidas nas redações? ? ? 
Doravante, quando estou prestes a despedir-me do mundo academicista e embusteiro, os corpinhos estão a ficar mais apetitosos... Oh estacianos apetitosos, calouros saborosos... Principalmente de publicidade e direito, para mantermos a tradição... Decadência apenas na administração.
Aqueles doces momentos... Quando teus colegas de academia e profissão fingem não receber os seus releases de assessoria de imprensa, mas... três dias depois lhe convocam com urgência para conseguir um entrevistado especialista para sua reportagem...
Sorte? Nunca tive. Nasci pobre, feio, sincero e sem fama; e assim sigo. Graças a todos vocês, colegas de profissão, e meia culpa, a minha incapacidade de me tornar podre.
Vamos. Caminhemos. Sigamos. Esperemos. Aconteçamos. Finjamos ser. Sem ser e sem ter...
Me despeço da vida para entrar para a história.
Me despeço dos corpos para recorda-los na memória.

quinta-feira, novembro 19, 2015

O Fetiche Nosso de Cada Dia nos Dai Hoje

Fernando Schweitzer - Diretor Teatral e Jornalista

Quando começamos a pensar em sexo? Creio que no instante em que descobrimos o outro. Ou, no momento em que sabemos que não somos a única pessoa no universo. o ser humano, ao passo que racionalizou seu ato de prazer passou a buscar vários métodos para ampliá-lo.

Outro dia choquei uma amiga ao dizer que não tenho fetiches, e que odeio quem os tem. Pois, alguém que para estar a gosto a meu lado necessite de artifícios demonstra estar psicologicamente a se afastar de minha pessoa. Seria o disparate sexual. Ao passo que a intenção do sexo é a interação com outro ser desejado, qual o sentido em buscar fetichismos para conseguir-se lograr o ato sublime do prazer?

Mas não quero discutir o sexo dos anjos, tão pouco dos mundanos. O que interessa aqui é flertar com o que motiva uma pessoa abandonar a masturbação e ir rumo a uma caçada desenfreada pelo objeto de desejo.

Uma relação de poder se forma no momento em que alguém deseja algo que depende da vontade de outro. E são nestas bases que muitos se perdem. Esse desejo que estabelece uma relação de dependência de indivíduos ou grupos em relação a outros, pode ser danosa. Quanto maior a dependência de A em relação a B, maior o poder de B em relação a A. Essa dependência aumenta à medida que o controle de B sobre o que é desejado por A aumenta.

Em psicologia o fetichismo é uma parafilia. As parafilias podem ser consideradas inofensivas e, de acordo com algumas teorias psicológicas, são parte integral da psiquê normal — salvo quando estão dirigidas a um objeto potencialmente perigoso, danoso para o sujeito ou para outros (trazendo prejuízos para a saúde ou segurança, por exemplo), ou quando impedem o funcionamento sexual normal, sendo classificadas como distorções da preferência sexual na CID-10 na classe F65.

Creio que aí vem minha angústia para com os fetiches. Não pela questão segurança física, mas psicológica. Qual a segurança se tem que o outro está interessado real e ainda verdadeiramente opor você se precisa de artifícios para sentir prazer com você?

Vejo comentários radicais em redes sociais diversas em contra o amor livre, vejo notícias do lançamento de produtora de filmes pornôs evangélicos... Pausa. Será que os atores serão casados na vida real? Ironia ou não, não vale o debate. Vimemos em uma sociedade ocidental, patriarcal, machista e neoliberal.

Mas aprofundando o discurso. Já considerações com respeito ao comportamento considerado parafílico dependem em um grau muito elevado das convenções sociais reinantes em um momento e lugar determinados. Por sua vez práticas, como a homossexualidade ou até mesmo o sexo oral, o sexo anal e a masturbação foram consideradas parafílicas em seu momento, embora agora sejam consideradas variações normais e aceitáveis do comportamento sexual.

Quando a pouco vi uma postagem de Facebook aonde havia uma campanha em contra o sexo anal, de início ri, mas agora reflito. Se o prazer é estar com outro, e não somos estripadores, quem nos pode impor restrições. Ou melhor. Como um ser externo a relação se atreve a estigmatizar qualquer acto entre dois?

Qual fora a segmentação, ou subdivisão do fetichismo alheio, não estou a criticar, apenas digo que a mim não  interessa. Seja o sadismo, o masoquismo, o exibicionismo, o voyeurismo ou o fetichismo... A margem, as religiões no passado e no presente fazem do sexo um adjeto e um cetro pejorativo de inclusão social e espiritual. O intuito? Controle.

Hoje em tempos de evangélicos que pregam o casamento entre virgens e a cura gay, mas pastores são descobertos aliciando fiéis e regressando ao mundo colorido, devemos ser mais que observadores; mas agentes libertadores-iluministas. Corremos o risco de nos tornarmos um novo EI. Disse certo dia Max Weber: "Poder é toda chance, seja ela qual for, de impor a própria vontade numa relação social, mesmo contra a relutância dos outros."

O Fetiche Nosso de Cada Dia nos Dai Hoje... A dica moderna, ou não é. Seja você, e não o fetiche alheio. Para embasamento meramente teórico citaremos algumas terminologias do mundo dos seres criativos no âmbito sexual. Preparei uma pequena lista de possibilidades e terminologias nesta lista de parafilias:

Abasiofilia: atração psicossexual a pessoas com a mobilidade prejudicada, especialmente aqueles que usam aparelhos ortopédicos como tiras de perna, formas ortopédicas, tiras espinais, muletas, ou cadeiras de rodas.
Adstringopenispetrafilia: fetiche por amarrar pedras ao pênis.
Agalmatofilia: atração por estátuas.
Agorafilia: atração por copular em lugares abertos ou ao ar livre.
Aiquemofilia : Prazer pelo uso de objetos cortantes e pontiagudos.
Amaurofilia: excitação da pessoa pelo parceiro que não é capaz de vê-la (não se aplica a cegos).
Amphiboliafilia: atração ou excitação sexual por ambiguidades.
Anadentisfilia: excitação e prazer sexual por pessoas sem dentes.
Anemofilia: excitação sexual com vento ou sopro (corrente de ar) nos genitais ou em outra zona erógena.
Apotemnofilia: desejo de se ver amputado.
Asfixiofilia (asfixia autoerótica): prazer pela redução de oxigênio.
ATM (ass to mouth): prática em que o parceiro ativo, após o coito anal, leva seu pênis à boca da pessoa penetrada.
BBW: atração por mulheres obesas
Bondage: prática onde a excitação vem de amarrar ou/e imobilizar o parceiro.
Bukkake: modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que "recebe" no rosto a ejaculação de diversos homens.
Clismafilia: fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas.
Coleopterafilia: atração sexual por besouros.
Coprofagia: fetiche pela ingestão de fezes.
Coprofilia: fetiche pela manipulação de fezes, suas ou do parceiro.
Cock and ball torture: é uma atividade sexual BDSM sadomasoquista envolvendo os genitais masculinas.
Coreofilia: excitação sexual pela dança.
Crinofilia: excitação sexual por secreções (saliva, suor, secreções vaginais, etc).
Crematistofilia: excitação sexual ao dar dinheiro, ser roubado, chantageado ou extorquido pelo parceiro.
Cronofilia: excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótica e a idade cronológica da pessoa, porém em concordância com a do parceiro.
Cyprinuscarpiofilia: excitação sexual por carpas.
Dendrofilia: atração por plantas.
Emetofilia: excitação obtida com o ato de vomitar ou com o vômito de outro.
Espectrofilia: prática medieval que consiste na excitação por fantasias com fantasmas, espíritos ou deuses.
Estelafilia: atração sexual por monumentos líticos (feitos de pedra) normalmente feitas em um só bloco, contendo representações pictóricas e inscrições.
Exibicionismo: fetiche por exibir os órgãos genitais.
Fetiche por balões: excitação ao tocar balões de látex (usadas em festas).
Fisting: prazer com a a inserção da mão ou antebraço na vagina (brachio vaginal) ou no ânus (brachio procticus).
Flatofilia: prazer erótico em escutar, cheirar e apreciar gases intestinais próprios e alheios.
Frotteurismo: prazer em friccionar os órgãos genitais no corpo de uma pessoa vestida.
Galaxiafilia: atração sexual pelo aspecto leitoso da Via Láctea.
Gerontofilia: atração sexual de não-idosos por idosos.
Hebefilia (ver lolismo)
Hipofilia: desejo sexual por equinos.
Imagoparafilia: prazer em imaginar-se com alguma parafilia.
Lactofilia: fetiche por observar ou sugar leite saindo dos seios
Lolismo: preferência sexual e erótica de homens maduros por meninas adolescentes
Kosupurefilia: excitação sexual por Cosplay.
Maieusofilia: ver pregnofilia
Masoquismo: prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente.
Menofilia: atração ou excitação por mulheres menstruadas.
Moresfilia: atração ou excitação sexual por coisas relativas aos costumes.
Nanofilia: atração sexual por anões.
Necrofilia : atração por pessoas mortas
Nesofilia: atração pela cópula em ilhas, geralmente desertas.
Odaxelagnia: fetiche por mordidas.
Orquifilia: fetiche por testículos.
Panpaniscusfilia: excitação sexual por Bonobos.
Partenofilia: fixação sexual por pessoas virgens.
Pigofilia: excitação sexual por nádegas.
Pirofilia: prazer sexual com fogo, vendo-o, queimando-se ou queimando objetos com ele.
Podolatria: fetiche por pés.
Pogonofilia: fetiche por barba.
Pregnofilia ou maieusofilia: fetiche por mulheres grávidas e/ou pela observação de partos.
Quirofilia: excitação sexual por mãos.
Sadismo: prazer erótico com o sofrimento alheio.
Sadomasoquismo: prazer por sofrer e, ao mesmo tempo, impingir dor a outrem.
Sarilofilia: fetiche por saliva ou suor.
Sororilagnia: sexo com a própria irmã.
Timofilia: excitação pelo contato com metais preciosos.
Trampling: fetiche onde o indivíduo sente prazer ao ser pisado pelo parceiro.
Tricofilia: fetiche por cabelos e pelos.
Urofilia: excitação ao urinar no parceiro ou receber dele o jato urinário, ingerindo-o ou não.
Vorarefilia: atração por um ser vivo engolindo ou devorando outro.
Voyeurismo: prazer pela observação da intimidade de outras pessoas, que podem ou não estar nuas ou praticando sexo.
Zoofilia: prazer em relação sexual com animais.

quarta-feira, novembro 18, 2015

O Jornalismo Mandioca

Fernando Schweitzer - Diretor Teatral e Jornalista


Hoje estamos em um momento que parece ser um dejavú. Os jornais brasileiros incapazes de noticiar os acontecimentos trágicos para o ocidente, desde a última sexta(13), na capital francesa. Tragédia que deixou até então 134 mortos e mais de trezentos feridos.

A poderosa Rede Globo com vários correspondentes e enviados está a quase uma hora ao vivo através de emissoras internacionais e para florear a cobertura chamou as pressas por telefone um deles para dar declarações repetidas com cara de sono, e recheada de lances e tomadas de canais e agencias internacionais.

Em contrapartida, a Record tem feito um furacão de comentários e matérias de gaveta sobre Paris, mescladas a comentários ao vivo. Parece mesmo que sequer a equipe da Record Internacional em Portugal está se desdobrando para executar uma cobertura a poucos quilômetros de sua sede.

SBT e Band, fecham o clube dos 4 poderosos em verba, e também decepcionam. O primeiro por repetir de madrugada um jornal gravado, aonde se torna risível a entrada "ao vivo" do correspondente internacional. A Band mesmo com esforços e bons profissionais no ao vivo peca, embora compensa em boas matérias; e estas sim inéditas sobres os último acontecimentos.

O porquê de tão falha cobertura. Talvez o foco, ou desfoco de sua cobertura. Tradicionalmente as aparições padrões em seus noticiários de correspondentes é a tabelinha: Tókio, Londres, Roma-Vaticano, Nova York; e Lisboa foi eliminada da listinha a pouco mais de mês. Bem, não desmerecendo a importância destas, mas lembrando que o mundo tem 197 países acreditados a ONU(Organização das Nações Unidas).

Um feito trágico mudou o cronograma e o idioma de repercussão e audiência das TVs no Brasil e de seu jornalismo. Quantas matérias inúteis e sem sal sobre "grandes descobertas" no Japão e Estados Unidos você assistiu este ano? Claro que estamos aqui para criticar, e falar do talvez pouco falado. Se fora para repetir como louro de pirata as mesmices e sandices alheias, não estaria a escrever agora e sim a dormir, cagar ou etc.

Minas também entrou no mapa por um crime ambiental um pouco antes da França. Mas neste caso tão pouco a cena muda. As reportagens da noite, repassam de madrugada, refritam de manhã e se reciclam a tarde. Parece que esse é o jornalismo mandioca. Você cozinha, depois no outro dia, com o que sobra, você frita e reaproveita. Com aquele óleo que a mamãe guardou no vidrinho de azeitonas que está na geladeira. Ou o jornalismo Leila Lopes, que está a rodar, e rodar e rodar.

Pensava eu que era mais fácil levar-se a cidades brasileiras os jornalistas, ou ao menos contratar mais operantes para cada sucursal. Todavia, com o enxugamento das equipes locais de Record e Globo, e a manutenção da pequeneza das locais de SBT e Band. O que nos restaria? As imagens analógicas com cara de Windows 95 da TV Brasil e suas repetidoras locais com câmeras VHS e BETA que não tem condições de sair dos estúdios?

Vejamos. Ninguém quer negar as dificuldades das TVs hoje com as convergências de mídias e blá blá. Mas as emissoras hoje rendem mais e mais, e lançam produtos secundários que inflam seus gráficos e finanças. Não faz sentido mesmo. E nem falemos da qualidade do jornalismo local, que sequer fala dos fatos que ocorrem a menos de 5 quilômetros de suas sedes.

Sempre queremos mais, assim é a natureza do ser humano. Uma forma de lacrar e calar essa vertente natural é suprimir e renegar isto, outra é fingir que se propicia o sumo farto, mas dar gotas homeopáticas. A pouco um plantão em rede nacional interrompeu o jornal local para mostrar alguns segundos de? Uma jornalista com cara de tacho e reprisar imagens que já foram exibidas ao menos 5 vezes no jornal anterior.

Estou tentando pegar no sono e sei que não irei conseguir dormir com este jornalismo a conta gotas a me asfixiar. Por três dias um helicóptero enlouquecido sobrevoa próximo a meu edifício. Será que a falta de táxis e ônibus da região está sendo sanada por via aérea?

Quero respostas!!!

terça-feira, novembro 17, 2015

Marianne ou Mariana? A vulgar discussão do momento!

Fernando Schweitzer - Diretor Teatral e Jornalista

Desde "Os Miseráveis" de Victor Hugo, à ode da Revolução Francesa, ou as novas repúblicas basadas no direito francês... Aonde nos perdemos. Pois, diz a história que os liceus tanto na terrinha quanto na republiqueta de bananas dava como matéria de língua estrangeira o francês.

Queda da Bastilha
Pensar que a guerra fria e o cinema estadunidense criaram no imaginário coletivo uma surreal crença de que o inglês seria um idioma internacional... Não, não. Falar isto hoje a defensores do neoliberalismo seria assumir um voto ou militância pelo comunista partido hoje no governo. Este mesmo que desde 2002 governo em linhas muito mais liberalistas que qualquer régua de esquerda(seja no plano social, econômico, filosófico, educacional ou ideológico).

Sim, é verdade que em 1890, instituir o francês como idioma obrigatório tinha uma lógica, que hoje não o teria. Se alegava a época que grandes teóricos e pensadores modernos, ícones da arte(belas artes, como se dizia à época), dentre modas e vestes, comportamentos de alta mesa e noblesse, eram as melhores do mundo naquele país. Hoje ser culto não faz sentido e não dá ibope. Atualmente o bom é ser rico e não ser culto. Ser cool, não mais ser cult. Ser cult é uma gíria e/ou hábito que caiu em desuso na última década.

Acadêmica-mente o disparate é maior, termos de fazer resumos em inglês, por mero colonialismo e complexo de inferioridade. Como se norte-americanos fossem ler coisas feitas, teses produzidas no Brasil. Aliás, esquece-se também óh zé povinho que este conceito de separar Brasil de seus pares da América Latina fora uma "invenção francesa", pois estes consideravam o restante dos países do continente uma lacra subalterna aos interesses de Londres e com uma identidade nada particular. 


Doravante, o sistema primordial brasileiro para o ensino aplicava o grego e o latim como línguas primordiais para a socialização e aquisição de gosto pela leitura e arte. No ano de 1837, funda-se o Colégio Pedro II de primeiro nível secundário, sendo referência curricular para outras instituições por quase um século, pois sua grade era inspirada nos moldes franceses, que era a representação do ideal de cultura e civilização na época. No programa, constavam sete anos de francês, cinco de inglês e três de alemão. Esse sistema manteve-se até o ano de 1929; mais tarde, em 1931 o italiano passou a fazer parte do currículo.

O hoje tão falado caso francês, por força de um atentado em Paris no dia 13 de novembro de 2015, seria de veras mais comentado e entendido se o idioma francês, não tivera sido extirpado do currículo escolar brasileiro no ano de 1971, em prol do inglês americano. Pois a ditadura militar financiada pelos EUA, tinha um espelho, um objetivo ideológico... o Império do Norte.

Isso talvez explique porque para os brasileiros o 13/11 importe menos que o 11/09. Nossa mídia é pró-saxônica, é atrelada e serva do imperialismo. Vivemos em um país em que hoje se comemora o Halooween, mas não festeja a Revolução Francesa.

Compreende, ou melhor explico. Como é possível um país tão pobre hoje quanto a França fora no século 16 e 17, estar a manifestar-se na rua pedindo a volta da ditadura... Resultado da aculturação e idiotização causadas pelo cinema norte-americano e por uma sucessão de governos anti-democráticos dentre 1964 até o falso esquerdista que ainda vigora no Brasil.

A sociedade francesa passou por uma transformação épica, quando privilégios feudais, aristocráticos e religiosos evaporaram-se sobre um ataque sustentado de grupos políticos radicais de esquerda, das massas nas ruas e de camponeses na região rural do país. Antigos ideais da tradição e da hierarquia de monarcas, aristocratas e da Igreja Católica foram abruptamente derrubados pelos novos princípios de Liberté, Égalité, Fraternité (em português: liberdade, igualdade e fraternidade). As casas reais da Europa ficaram aterrorizadas com a revolução e iniciaram um movimento contrário que até 1814 restauraria a antiga monarquia, logo derrubada por Napoleão, este que logo seria derrubado por uma união multi-nacional europeia, mas muitas reformas importantes tornaram-se permanentes.  


Legados como a abolição e substituição da monarquia, aristocracia e da igreja por uma república democrática e uma mudança social radical baseada no nacionalismo, na democracia, em princípios iluministas de cidadania e em direitos inalienáveis; hoje talvez pareçam coisas banais. Duros tempos!

O iluminismo, também conhecido como Século das Luzes foi um movimento cultural da elite intelectual europeia do século XVIII que procurou mobilizar o poder da razão, a fim de reformar a sociedade e o conhecimento herdado da tradição medieval. Abarcou inúmeras tendências e, entre elas, buscava-se um conhecimento apurado da natureza, com o objetivo de torná-la útil ao homem moderno e progressista. Promoveu o intercâmbio intelectual e foi contra a intolerância da Igreja e do Estado. 

Foram vários os príncipes reinantes que muitas vezes apoiaram e fomentaram figuras do iluminismo e até mesmo tentaram aplicar as suas ideias ao governo. Originário do período compreendido entre os anos de 1650 e 1700, o iluminismo foi despertado pelos filósofos Baruch Spinoza (1632-1677), John Locke (1632-1704), Pierre Bayle (1647-1706) e pelo matemático Isaac Newton (1643-1727). O iluminismo floresceu até cerca de 1790-1800, após o qual a ênfase na razão deu lugar ao ênfase do romantismo na emoção. Enquanto nos dilaceramos em putrefatas discussões de qual tragédia é a pior, creio que a pior é a derrocada do iluminismo. 

domingo, novembro 01, 2015

Rose a Doméstica das Bichas, vem a Florianópolis

PELA PRIMEIRA VEZ NA CAPITAL CATARINENSE
Lindsay Paulino: O ator, por trás da personagem.
O ator Lindsay Paulino, que estreará no programa "Treme Treme" do canal Multishow aos domingos a partir 01 de Novembro às 23h, trará Rose é a doméstica mais famosa entre os gays para Santa Catarina, em um show inédito no estado. Ela se tornou mais que uma simples faxineira, além de amiga ela defende as Bil com unhas e dentes, e ela estará em Floripa arrasando e fazendo um extra como diarista na Festa GANDAIA na próxima sexta-feira(06), no Concorde Club.

Numa paródia de "Halo", de Beyoncé, intitulada, apropriadamente, "Grelo", Rose canta seu apreço pelos patrões gays. O resultado é hilário e politicamente incorreto: "Eu passo as noite sem dormir, lavando as roupa e pondo no varal, as bicha só tem calça da Diesel e cueca da Calvin Klein", diz um trecho.
Desbocada e com sotaque carregado, Rose é uma homenagem a todas as mulheres que ganham a vida executando tarefas domésticas. "Eu sou apaixonado pelo universo das empregadas domésticas. É um material inesgotável", admite Lindsay Paulino, que hoje atua profissionalmente nos palcos de Belo Horizonte.
A mulher “trabalhadeira” chamada Rose, famosa por se tornar a doméstica dos gays depois que postou seu vídeo na internet cantando "Grelo", paródia de "Halo" da cantora pop Beyoncé, está com tudo! A vida de Rose está sendo contada no teatro, no espetáculo: “Rose, a doméstica do Brasil”.

O ator Lindsay Paulino, quem dá vida à Rose, contou para ao Muza, com excluZividade, curiosidades e um pouco mais sobre a empregada que conquistou o público na internet e também nos palcos!

Lindsay ressaltou que antes de existir a Rose e a repercussão na internet existia, para ele, o teatro. Por isso, a transição para os palcos, foi algo natural. “Não foi um processo que partiu do vídeo, foi um pretexto e não um processo.. porque não contar a historia desse personagem no teatro, já que eu sou ator?”. A diretora do espetáculo, Adriana Soares, revelou que suas interferências foram mínimas: “fluiu de uma maneira natural”, ressaltou, acrescentando que eles buscaram histórias de suas infâncias e talvez por isso haja tanta identificação do público.Confira o sucesso Grelo - https://www.youtube.com/watch?v=4lDuolBSRcc

■ Antecipado R$ 30,00 (Primeiro Lote Limitado)
Pelo site www.conca.com.br ou nas bilheterias do clube de segunda a sexta das 13 as 18hs.
Novo ponto de vendas - Loja Uzze-me. Av. Rio Branco 622 - Centro - Florianópolis/SC. Tel. 48 3025.3699
■ Lista: R$ 35,00 Limitada (Sujeito a alterações)
(entrada até as 2h).
■ Na hora R$ 40,00 (sujeito a alteração).
Aceita-se cartões de débito e crédito.

Meia entrada para estudantes: Vendas antecipadas nas quarta-feiras. (Favor Verificar disponibilidade)

Aviso: Este artigo contém palavras de baixo calão

Fernando Schweitzer - Actor, director, jornalista e filho da puta


Um banda de filhos da grande mãe estão a escutar a merda de Adele falando de "desencontros", mesmo que essa prostitutas asquerosas, na qual incluo você, sequer saibam e jamais saberão inglês... Muito menos britânico!!! Mas estarão, além de me cobrar que eu escute esta bosta, sem sentido da hipercalórica pseudo diva inglesa, ou britânica para os mais imperializados... que eu, além de escutar, goste deste placebo de música.

PORRA!  É sério... que você... é você... que se diz um ser humano, ainda não entendeu como funciona o imperialismo. Miércoles... Esta m... se debate desde a década de 30. Daqui a pouco completamos 100 anos de debate.

Caraca! É preciso usar uma terminologia de 2 décadas atrás para mostrar que a atualidade é mais bosta, mesquinha e conservadora que a decanos atrás.

Vão dizer que exagero. Claro. Sem argumentos.. Mas a pouco tempo Monteiro Lobato foi censurado... Neste país de merda que se diz, justo, amplo, liberal e democrático.

Quanta merda encontro fora da privada!