segunda-feira, outubro 28, 2019

Entrevista ao líder da Frente de Esquerda e dos Trabalhadores argentina

Em esta breve entrevista o dirigente Nicolás del Caño aponta qual será o caminho da oposiñ{ao de esquerda ao governo do peronista Alberto Fernández.

sexta-feira, outubro 25, 2019

O dólar a 66 pesos na Argentina, realidade ou especulação!?

O simples fato dado de que Maurício Macri levará uma surra nas urnas no próximo domingo acarreta em uma corrida dos portenhos as casa de cambio. A volatilidade do frágil peso argentino, somada a um fetichismo histórico pelo dólar trás o fenómeno as casa de cambio de todo o país.

Mas além do que um que não conhece ou tão pouco já viveu no país sulamericano, nunca poderá entender a relação íntima do povo argentino com a moeda estadounidense. O fato é que desde a década de 90 quando o peso se dolarizou artificialmente no governo reeleito de Carlos Ménem, ocasionando em sequência a quebra do país quando o ex-presidente Fernando de la Rúa teve de fugir da Casa Rosada(sede de governo) de helicóptero até o Uruguai.

Filas de cerca de 100 pessoas se vê em praticamente todas as casas de câmbio da capital argentina. O valor da moeda argentina que a semana passado girava em torno de 55 pesos para cada dólar no dia de hoje até as 17h locais já atingia 66 pesos. Em tempo, especula-se que ao passo das eleições o valor da moeda norteamericano possa atingir a caso de 90 pesos.

Dicen medios europeos que el perfil negociador de Alberto Fernández, el hunguido y elegido por Cristina Fernádez como postulante a presidencia e que nas PASO (Prévias Abertas Simultâneas e Obrigatórias) obteve uma diferença de 14 pontos frente ao atual presidente já desperta o interesse da comunidade de investidores internacionais. O não cumprimento de metas econômicas, a escalada do número de miseráveis e indigentes, a inflação que em dados oficiais chega a 60% aproximadamente  e o aumento vertiginoso da dívida do país são fatores que causam em uma população de alto nível educativo como é o da Argentina um forte rechaço ao atual governo.

A eminente vitória da oposição cria uma onda especulativa que especialistas creem que terá pico na segunda-feira pós-pleito e logo cessará entre o mais tardarquinta ou sexta-feira, quando se anuncie o corpo de ministro do novo governo. No âmbito da Província de Buenos Aires a maior em PIB e população, Axel Kikillof quadro do governo anterior, será o próximo governador deste que é o mais significante estado do país. Este fato não menor dará muito oxigênio a nova administração em caso de uma vitória peronista

Macri em um fechamento estriônico de campanha alude a um milagre eleitoreiro na reta final, algo muito improvável, embora não impossível visto ao fator greta e exacerbada polarização do pleito de 2019. Em uma não metáfora pode-se dizer que Argentina joga com o seu futuro neste próximo 27 de Outubro. O dilema entre seguir profundizando-se e afundando-se em um mar de corrupção inflação e crise; ou regresar ao peronismo que tão pouco tem credenciais de grande idoniedade ética visto a suas inúmeras denúncias e processos que se encontram na justiça.

Sim o que se pode aludir de forma mais fria e apartada de paixóes e bandeiras políticas é que o país desde 2013, segundo mandato da ex-presidenta Cristina, que hoje é senadora e se postula como vice na chapa Fernández-Fernández.

Existe também muitas páginas e memes que fazem referencias a ambos bandos. Mas uma que chama a atenção é a página do Facebook denominada Que Regrese la Yegua Para Que nos Saquen el Gato(Quye volte a égua para que nos levem o gato). Apelidos dados por rivais políticos respectivamente aos ex-mandatário Cristina e Macri.

Chile, é realmente um caminho a seguir?


Los manifestantes prendieron fuego durante las protestas en Santiago de Chile. (Foto: AFP/Javier Torres)
Las fuerzas policiales dispersan a los manifestantes. (Foto: AFP/Javier Torres)
Disturbios de dimensões históricas estão ocorrendo no Chile, em todo seu territória, desencadeados por uma revolta da população com um aumento das tarifas do transporte público. Protestos muito mais intensos que os de 2012 reivindicando um ensino público, caso que não existe no país a nível universitário. Lá o ensino público existe apenas nos âmbitos de primário e secundário.


Foi por uma dura resposta dada na ocasião pelo governo de turno que coincidentemente estava a cargo de Sabastián Piñera, fora um dos fatores impulsivos da vitória de Michelle Bachalet à presidencia do país, esta hoje alta comissionária da ONU para os Direitos Humanos. Logo de seu ascenso, Bachelet propôs modificações no sistema educativo chileno. A criação de bolsas educativas como paleativo ao sistema que de forma semalhante ao brasileiro é exclusor e termina por priorizar os estudantes provenientes do ensino privado.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), no entanto, emitiu nesta quarta-feira um pronunciamento sobre a crise chilena, condenando o uso excesivo da força o retaliando toda forma de violência: "Se bem o Estado tem o dever legítimo de garantir a segurança e a ordem pública, o uso de força deve registrar-se pelos princípios de legalidade, estrita necesidade e proporcionalidade". A CIDH referiu-se ainda a que "todo protesto social é legítimo desde que se desenvolva de forma pacífica".

Segundo o informe maus tratos policiais sforam registrados. Se assegurou que una mulher fui detida por transgredir o toque de recolher imposto pelo governo chileno no passado sábado no município de La Florida, ao sul de Santiago. De acordo com o relato da víctima, “fui despida completamente e obrigada a fazer agachamentos”. O trato dengradante e foi víctima de violência sexual. “Vamos atirar (ca...)gona”, lhe gritam. Ademais, não lhe deixaram sair da prisão até 11 horas depois de ordenada sua libertade. Também consta que a mulher foi exposta nua e imobilizada com uma arma apontada a cabeça sobre um monte de lixo e que os carabineiros, termo usado para a polícia chilena, ameaçada a levar um tiro se tentara qualquer movimento, e ainda lhe tocaram o corpo com um fusil.

Ao meio de uma catástrofe social resultante das políticas implementadas pelos "Chicago Boys nos anos 70 e 80, um sistema previdenciário desumano e que atualmente precariza os ganhos de aposentados e pensionistas que teve como um dos responsáveis a frente deste modelos à la chilena, chamado por muitos de "ultraliberal" foi o irmão do atual presidente chileno, José Piñera. Por sua vez Bolsonaro gostaria de substituir o sistema previdenciário distributivo por outro de capitalização, seguindo o rastro do que foi feito no Chile de Pinochet. Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil, não oculta sua admiração pelo modelo que os Chicago boys chilenos implementaram: “O Chile para nós é um exemplo de país que estabeleceu elementos macroeconômicos muito sólidos, que lhe permitiram ser um país completamente diferente de toda a América Latina”.







terça-feira, outubro 22, 2019

Bolívia seguirá um caminho diferente a seus vizinhos. Evo foi reeleito!

A direita é sempre misógena, homofóbica e racista? Pode não ser o caso em todo o mundo, mas na vizinha Bolívia o é. Com a recente vitória por décimos a margem do que rege a lei eleitoral do país andino, ou seja 10% mais 1 voto, no caso foram 10%+0,13% o primeiro indigena a presidir a Bolpivia renova-se para mais um mandato.

Falamos de Evo Morales, mas também das pessoas que transitam por uma de suas obras mais pulgentes e de grande impacto na vida da população de La Paz. Esse sistema de transporte via teleféricos revolucionou o modo de ir e vir na cidade, fez ascender também parte da população que mesmo não sendo de classe alta vê nos nativos não brancos uma espécie de pessoas de nível inferior.

Evo Morales consiguiu os votos que lhe faltavam esta tarde última tarde para ganhar  as eleições presidenciais no primero turno. Segundo o Tribunal Supremo Electoral (TSE) com 46,86 % contra  36,73 % de Carlos Mesa que não reconhece o resultado. Lembrando um caso recente no Brasil do indiciado Aécio Neves que desde o primeiro segundo de sua derrota por margem estreita para a deposta Dilma Roussef não reconhecera os resultado. Tudop que este ato insano e premeditado veio a rodo na sequência causar já se sabe. E foi "com STF e com tudo."

Resultado de imagen para evo elecciones 2019Esta apertada vantagem para que tudo resolvesse no 1º turno do pleito está a gerar protestos violentos da oposição. Em várias cidades importantes ocorreram incidentes entre partidários do Comunidad Ciudadana, que afirmar ter chegado ao 2º turno. com a polícía. También houve choques entre militantes do MAS y de la CC na capital as portas do comando eleitoral.

O nordeste de 2014 é o campo para Evo Morales. Como no Brasil os votos em cada candidatos se podem enunciar visivelmente por regiões. Os votos das zonas rurais e do exterior finalmente començaram a chlegar quando a oposição ainda liderava. Essa situação se tornou visivelmente tensa quando os militantes da CC se plantaram frente ao exhotel Radison onde funciona o Órgano Electoral Plurinacional. Aos grito de “fraude, fraude”, cercaram o lugar que tenha proteção militar e policial. 

A violencia contra todo aquele que se identifique com o MAS se respira em La Paz. Relatos de jornalistas que por lá estão e que puderam presenciar manifestações explícitas no caminho ao sul da ciudade, onde residem as classes sociais mais acomodadas como nos bairros de San Miguel e San Alberto. Dialogos do tipo em que passageiros do teleférico, obra maestra de engenharia do transporte que se construiu durante o governo atual vão de palavras como “tirano”, “indio”, “ignorante”, todos adjetivos utilizados por passageiros para referir-se ao presidente Evo Morales.

Mesa, opositor de Morales disse dias antes do pleito: “Eu não reconheço a candidatura ilegal de Morales, mas participo das eleições porque não vou dar de presente a eleição como os venezuelanos o deram ao chavismo”. Despois alertou em cada oportunidade que se lhe apresentara que o oficialismo faría fraude e logo redobrou a aposta em Santa Cruz de la Sierra: “Não vou reconhecer um triunfo fraudulento”, vociferou ante partidarios.

O prolongamento de incertezas, somada as suspeitas de fraude que desparrama a oposição em geral, além da notória greta que existe na sociedade boliviana são combustível imflamável neste momento. Os jargões que pareciam enterrados num passado não muito distante regressam forte aos gritos destes que por sua vontade não irão facilitar a vida do presidente reeleito. Expressões como “raza maldita” dirigidas contra os "cholos del Altiplano" que provem desde Santa Cruz, a cidade dos "brancos bolivianos" provocam um clima de antagonismo de pronóstico incerto e perigoso.

quarta-feira, outubro 16, 2019

O Sul é o caminho? Argentina novamente será um exemplo para o continente?

Com o regresso do peronismo ao poder, em aproximadamente um ano a Argentina voltará a crescer largos 5 a 10% ao ano. O peronismo é uma espécie de Cirão da Massa com Angela Merkel versão argentina. Sem contar que somente com o fator de que as previas eleitorais, que aqui são como nos EUA, em que o peronismo ressurgiu com força para ganhar já no 1º turno, respingou e mudou os prognósticos no Uruguai e Bolívia.

Em meio a essa convulsão causada pelo governo de Maurício Macri que fez o nível de desemprego subir mais de 20 pontos percentuais e criou cerca de 10 milhões de novos miseráveis em menos de 4 anos a Argentina como uma fênix já desponto como a ponta do iceberg continental em que pode tornar-se o bastião da redemocratização e recuperação ecônomica do continente latinoamericano.

O dólar a 60 pesos era algo inimaginável na gestão de "la yegua"(égua é o termo aplicado pelos anticristinistas a ex-presidenta Cristina Fernández). Esta pode vir ser uma guinada continental que tende a influenciar o continente positivamente para um rumo de âmbito popular e democrático apontado a um estado nacional e de desenvolvimento regional.

A aqui chamada Fórmula Fernández-Fernández, esta que uniu o peronismo clássico ao kirshner-cristinismo se aponta como vencedera das eleições de outubro no país portenho. Mas o que ocorrerá com a vitória de tal força política? Alberto Fernádez foi o chefe de gabinete de"l Pinguino", Néstor Kirchner(por antes ter governado um dos estados sulinos, Santa Cruz, ganhou o carinhoso apelido de seus opositores), e promete uma guinada no ruma de condução do estado argentino. Do neoliberalismo ortodóxo que há praticado Macri a uma espécie de Estado de Bem-Estar aos moldes clássicos europeus. Com uma forte presença do estado através de subsídios e uma política contundente de reindustrialização do país.

Abaixo os índices de crescimento durante o Governo Néstor Kirchner:
AnoCrecimento
del PIB
2003Crecimiento 8.8%
2004Crecimiento 9.0%
2005Crecimiento 9.2%
2006Crecimiento 8.4%
2007Crecimiento 8.0%
Uma fala do candidato sensação, Alberto Fernández é: "Não pode ser que a Argentina alimente a centenas de milhões de pessoas no mundo e que aqui tenhamos 10 milhões de pessoas a passar fome! Algo estamos fazendo mal!"

Nos últimos anos de mandato as exportaciones argentinas se multiplicaram por mais de quatro vezes, somente entre 2002 e 2007, cerca de 80 %. Somados a democratização dos meios de comunicação e um ganho real do poder de compra do povo argentino. Por sinalizar-se como uma nova esperança de que o país retome um processo similar hoje é que Alberto Fernández de candidato ungido pela ex-presidenta Cristina Fernández se tornou um hit no país. Afinal ele esteve a frente da chefia de gabinete desta era de ouro recente que representou o maior crescimento nos últimos 40 anos na Argentina.

Paralelamente ao descalabro que ocorre no Equador, aonde manifestantes estão contra o governo de Lenín Moreno estão sendo abatidos, o que sim ocorrerá com o fechamento ideológico conservador também do Brasil, Colombia, Chile e Perú, somados ao cataclisma institucional criado por este último fato antidemocrático na América do Sul, é que isto irá favorecer a Argentina... Com o peso argentino por primeira vez valendo menos que o uruguaio, o boliviano, o peso chileno e o sol peruano, o custeio de mão de obra na Argentina está baixíssimo em paralelos mundiais e isto estará muito interessante ao capital estrangeiro, este que como abútre busca sempre ganhar mais e gastar menos.

Com o fator este, o argentino por americanizado em promedio fala inglês em nível razoável, pois seu ensino universitário é de acesso gratuito e universal. Somado a isto o país tem históricamente mais call centers operando para Espanha e America Latina que para o mercado interno. Com o ingresso de refugiados venezuelanos que terminam por acentar-se na Argentina, pois dentre os caminhos a chegar-se caminhando é o com maior oportunidade laboral, o país hoje vive um pré-caminho para voltar a crescer em todos os âmbitos.

Fiz uma aposta equivocada na estabilidade uruguaia como um caminho para escapar da crise btrasileira e da ditadura bolsonarista. Viví por 2 meses pelo outro lado do Río de la Plata. O que ocorre é que o Uruguai é um país lento, tudo ocorre com a velocidade da paciência uruguaia, esta que me tira do juízo. Dois meses lá me pareceram 20 anos, já me esgotaram e foram como 20 anos improdutivos. Hoje faço um mestrado na UBA, Universidad de Buenos Aires, e aqui em 8 meses já participei de 4 espetáculos teatrais, pois também além de jornalista sou ator. A ccousa aqui é otro esquema e isto em meio a uma crise histórica sem precedentes.


quinta-feira, maio 09, 2019

10 dias de M: Um relato cru sobre ser assaltado no exterior

Se tens um cartão apenas de débito no Brasil, nunca viaje com ele. Se viajar com ele não saia com ele a noite. Se sair com ele a noite esconda em suas partes íntimas sempre.

Após redescobrir que o sistema bancário no Mercosul não está integrado e que Santander Brasil é um banco, e Santander Argentina é outro... A sensação de vulnerabilidade e impotência após ter sido assaltado via Moto-Chorro(Ladrões que atual em dueto com motos em Buenos Aires) é imensurável.

Os bancos brasileiros atualmente todavia em caso de roubo de cartão de débito não enviam uma segunda via ao exterior. O banco em que encontra-se minha conta após exaustivas chamadas escutando gravações e propagandas e sendo repassado de setor a setor me deu duas únicas opções para reaver um cartão e utilizar MINHA CONTA bancária. Primeiro regressar ao Brasil pessoalmente e ir a minha agência. Ou, poderia receber em minha residência no Brasil um cartão bloqueado que para habilitar-lhe- se faria necessário utilizar-se de biometria em um caixa eletrônico brasileiro deste tal banco.

Realmente é insólito e indignante que após ser roubado estando fora do país sem um mango, sem cartão, sem vida... te digam isto e ao final da ligação ainda te peçam desculpas por não poder ajudar. 

A terça-feira pós assalto foi um dos "melhores dias de minha vida". Sem ter o que comer, pois na residência de estudantes em que vivo em Buenos Aires sempre me roubam comida da geladeira coletiva, o que me força a comprar comida três vezes por dia: café da manhã, almoço e jantar. Somado a isto, estar indocumentado e ainda sem celular me deixavam bastante aturdido neste momento.

Claro que tudo pode "melhorar". Justo por não ter celular, não podia usar as bicicletas gratuitas do governo da Cidade de Buenos Aires, por não ter tão pouco o cartão do transporte público que fora também usurpado não podia usar metrô ou ônibus, caso tivera ou conseguira dinheiro para fazer a carga do cartão. Ainda no final da noite tinha um ensaio de teatro.

Nota: Além do mestrado em Jornalismo e Comunicação que façoi atualmente na UBA, estou no elenco de três espetáculos teatrais na Argentina, dois como ator e um outro como diretor. 

Depois de chegar atrasado ao ensaio, o diretor da peça me convidou a jantar. Obviamente, aceitei. A esse momento já com celular que me tinha deixado em conserto por acaso dias antes e portanto não foi roubado, regressei a residência em bicicleta.

Em meio a este caos pessoal uma conhecida minha uruguaia que em um louco rompante decidira mudar-se de madrugada a Buenos Aires passado um mês, resolveu não regressar a casa de sua mãe e como tenho muita sorte nesta reencarnação, sua último foto público fora comigo e os seus resolveram passar a semana ausando-me de sequestro ou de acobertar sua insana escapada. Dias depois ela ressurgiu e tudo se esclareceu, mas o inferno passei eu até que há três dias eta louca reapareceu.

Planejava mudar-me a um lugar menos bosta, mas devido ao ocorrido os planos de mudança estão postergados. Visitei vários apartamentos e hosteis e etc, na segunda. Depois de caminhar a cidade toda, roubarem minha comida, ir ao caixa eletrônico em reforma e decidir comer em um restaurante que aceitara débito, passar por vários que tinham suspendido os pagamentos com cartão, depois de comer sou assaltado.

Ao dia 2, pós assalto uma amiga de faculdade da época em que vivi na Argentina anteriormente me convida a jantar, me empresta um cartão SUBE para o transporte CARREGADA. Assim voltando a ter uma vida quase normal. Ao dia 3 pós assalto e já melhor da garganta, pois o assalto incluiu um golpe na garganta, me lancei a cantar no metrô portenho. Ao fim pude comer por mneus próprios meios financeiros.

Tenho desde então graças a que por fim consegui elenco para minha peça que criei para o metrô e cantar uma pequena fonte de renda. Ainda por sorte uma amiga me emprestou sua bicicleta, assim eu posso economizar para ir a alguns locais aonde possa deixar com segurança a mesma. Também passei a trabalhar como entregador de encomendas com a salvadora bicicleta.

Espero realmente que esta junção de biscates me alcancem para pagar a mensalidade do mestrado e o aluguel, pois estando sem dinheiro para fazer uma viajem em busca de um cartão de Buenos Aires a Florianópolis não tenho muitas opções a não ser contar com os poucos amigos que tenho por aqui e estes trabalhios alternativos que não me exigem documento argentino.

Sim, tenho radicação legal e cidadania argentina. O que ocorre é que não aceitam cartões se não apresentas documento e justo me roubaram o DNI argentino junto ao bendito cartão do Santander.

Os dias posteriores foram pesados, mas minha postura como jornalista foi a de pensar que se estivesse em uma cobertura de guerra poderia estar um uma situação pior.

Escrevo este quase artigo da sala de aula do mestrado enquanto o professor de Estilos Periodisticos de la America Latina. O professor falando de um artigo muito bem construido em sua forma de relato e eu escrevendo assim, apenas para desafogar minha angústia pessoal.

sábado, abril 27, 2019

Nora Cortiñas: “Creo todavía en la política”


En la noche de viernes en la Feria Internacional del Libro de Buenos Aires, Nora Cortiñas, que forma parte de las Madres de Plaza de Mayo Línea Fundadora, entidad que reclama a las autoridades el castigo para los culpables de los secuestros, torturas y desapariciones forzadas de 30.000 personas durante la dictadura militar de 1976 a 1983 en la Argentina dió una entrevista en el stand de Una señal 750, Oktubre 89,1 FM y 94,7.



La militante popular dijo dentre muchas otras cosas algunas frases de impacto sobre la actualidad del país. Compilamos aquí algunas de las principales:

“Tenemos de salir a la calle”

“No podemos bajar los brazos”

“Ni la educación, ni la cultura, ni nada que sea para el avance del pueblo”

“La vea mal a la gente”

“Lo que está hundiendo es la república”

“Lo que yo les pido a los políticos es que se manejen con ética”

“Creo todavía en la política”

El estudio múltiple montado luego fue siendo cercado por una dezena de personas. Al final de la entrevista Nora fue ovacionada. Mientras dejaba la feria muchas personas le saludaron y sacaron selfies con ella.

quarta-feira, abril 24, 2019

Como ligar a cobrar para o Brasil desde da Argentina?

Como ligar da Argentina para o Brasil e vice-versa

Não se preocupe se você não fala espanhol. Para ligar a cobrar para o Brasil é só marcar:
0800.555.5500 (Embratel)
Uma gravação em português vai orientá-lo. Entre as opções oferecidas, você pode escolher continuar sendo atendido em português por uma telefonista que fará a ligação pra você.

sexta-feira, abril 19, 2019

La nueva fiesta en la vieja avenida Córdoba

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Una de las mayores casas de fistas de Buenos Aires a pesar de no más contar con eventos semanales sigue imponiendose como marco diferencial tanto en propuesta como en precios y ecleticidade de público.


Entre nerds, chetos, grunges y cosdplays dentre otras miles de trinus que se integraban ya en la fila del evento que puso color y alegria en la monótona Avenida Cordoba a la altura de Galerías Pacífico.

Toda la diferenciación de su propuesta que se dió en ese jueves santo en la Capital Federal era inminente desde el dinosaurio que distribuyó palomitas a las personas en la fila al hostlles travestido de Jesus Cristo en veersión hard hock.

Concursos de cosdplay y guerra de tinta impusaron la noche a un clime efusivo y calido, plenamente descontracturado. Si es bien verdad que la fila de la canilla libre era intermináble, pero no aburrida. Los más safos en ella encontraban fporma para romper el hielo, si es que algo en esa fiesta podría ser nombrado como frío.
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Ya hace mucho tiempo a trás en el local funcionaba la Fiesta Oliver, y antes la casa solamente se nombraba The Sub. Al fin y a cabo con el cierre por clasura, bancarrota y miles de otras razones mezclada a obvia crísis en que se encuentra el país una canilla libre siempre es bienvenida. La lástima es que no más las fiestas ocurran semanalmente.

El momento cuático de mi noche en particular fue ser besado ardientemente por tres vezes. Nada anormal si el pibe no se afirmara heterosexual antes y después de los tres chapeos fuertes y sabrosos.

En esto casi 3 meses de mi regreso a la Argentina, fue la mejor fiesta en que pude estar. Eso que ya he girado por las casas ya más conocidas y las nuevas movidas del momento... De Jolie a Amerika todo me suena repetido y muy trillado. Un viva calido a la Fiesta Grum.

sexta-feira, março 29, 2019

Baires 2.0: Por segunda vez en la ciudad de la fúria

LLegué desde Brasil por tierra a Baires. Era casi joven, a mis 28 recien cumplidos. No me asusté tanto o más con la gran locura que es la terminal de Retiro y sus miles de etnías porque soy un pibe viajado. Era fabuloso el sonido del Kechuá, mezclado a tonadas de brasucas, el guaraní y su rasgado ton, acentos hispánicos miles y dispares... Así entre en mi Buenos Aires querido por primera vez.
En 2008 la ciudad de la furia era un furor, luego de no poder comunicarme con la resi estudiantil que tenía reservado por casualidad una amiga de la facultad de cine, la cual no terminé jamás, que vivía aquí me invitó a su casa en el fino barrio de Recoleta. Pasé mis primeros días con ella a presentarme la capital porteña.
Fueron los años más eruptantes y locos y mejores y... todos los y posibles de mi vida  estarían por venir y pasaron en esta inquietante ciudad.
Desde ya afirmo que el mejor lugar que he vivido en mi existencia fue el Hostel Stylo Baires, el cual me quedé después de conocer uno de los socios que tenía una de las más bellas nalgas del continente y una cara de bebé que se cayó del camion de la mudanza. Allá llegamos a ser como 12 nacionalidades diferentes y pude como actor destrinchar y aprender a actuar en varios dialectos suramericanos.
Inolvidable dentre tantas noches fue una salida con una de las proprietárias del Stylo Baires con otros 11 huéspedes residentes hasta una canilla libre que tal cual al Stylo Baires hoy no existe más. Tuvimos de parar 3 táxis en plena avenida corrientes para llegar. Y allá pasó de un todo. Desde mi amigo y hoy también periodista correntino tener de pasarse por mi novio para que los maricones parasen de asediarlo a la dueña del hostal transarse a una mina y después en el desayuno repetir a la socia y hermana que estaba muy buena la piba.
A esa altura ya estaba integrado a mis compas de la facu y ya me sentía un chico UADE. Definición que uno sólo la comprende por pleno si ya vivió en Buenos Aires. Trabajaba en un call con ventas truchas para el mercado latino de móbiles de Estados Unidos y todavía nos quedaban un par de meses más el el efusivo Stylo Baires, hasta que la municipalidad en una vistoría lo cerró.
Parti con mi mejor amigo en la ciudad y mi gran a,igo correntino a un otro hostal cerca adónde viví por casi dos años y necesitaría como 17 a 23 artículos para contar todo que ha pasado allá. Pero hoy regreso a la Argentina y veo mi ciudad bastante cambiado. Huí de los precios uruguayos mismom con una maestría en que fui admitido allá y me inscribí en una maestría en la UBA. 
Por lo tanto creo que sean las nuevas aventuras que tendré en los próximos dos años de maestría en Baires o las de mi primera estada de grandiosos y copadísimos 6 años en la capital de los pibes sin calma, sé que tendré mucho que pasar por esta banda del Río de la Plata todavía.