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sexta-feira, outubro 25, 2019

O dólar a 66 pesos na Argentina, realidade ou especulação!?

O simples fato dado de que Maurício Macri levará uma surra nas urnas no próximo domingo acarreta em uma corrida dos portenhos as casa de cambio. A volatilidade do frágil peso argentino, somada a um fetichismo histórico pelo dólar trás o fenómeno as casa de cambio de todo o país.

Mas além do que um que não conhece ou tão pouco já viveu no país sulamericano, nunca poderá entender a relação íntima do povo argentino com a moeda estadounidense. O fato é que desde a década de 90 quando o peso se dolarizou artificialmente no governo reeleito de Carlos Ménem, ocasionando em sequência a quebra do país quando o ex-presidente Fernando de la Rúa teve de fugir da Casa Rosada(sede de governo) de helicóptero até o Uruguai.

Filas de cerca de 100 pessoas se vê em praticamente todas as casas de câmbio da capital argentina. O valor da moeda argentina que a semana passado girava em torno de 55 pesos para cada dólar no dia de hoje até as 17h locais já atingia 66 pesos. Em tempo, especula-se que ao passo das eleições o valor da moeda norteamericano possa atingir a caso de 90 pesos.

Dicen medios europeos que el perfil negociador de Alberto Fernández, el hunguido y elegido por Cristina Fernádez como postulante a presidencia e que nas PASO (Prévias Abertas Simultâneas e Obrigatórias) obteve uma diferença de 14 pontos frente ao atual presidente já desperta o interesse da comunidade de investidores internacionais. O não cumprimento de metas econômicas, a escalada do número de miseráveis e indigentes, a inflação que em dados oficiais chega a 60% aproximadamente  e o aumento vertiginoso da dívida do país são fatores que causam em uma população de alto nível educativo como é o da Argentina um forte rechaço ao atual governo.

A eminente vitória da oposição cria uma onda especulativa que especialistas creem que terá pico na segunda-feira pós-pleito e logo cessará entre o mais tardarquinta ou sexta-feira, quando se anuncie o corpo de ministro do novo governo. No âmbito da Província de Buenos Aires a maior em PIB e população, Axel Kikillof quadro do governo anterior, será o próximo governador deste que é o mais significante estado do país. Este fato não menor dará muito oxigênio a nova administração em caso de uma vitória peronista

Macri em um fechamento estriônico de campanha alude a um milagre eleitoreiro na reta final, algo muito improvável, embora não impossível visto ao fator greta e exacerbada polarização do pleito de 2019. Em uma não metáfora pode-se dizer que Argentina joga com o seu futuro neste próximo 27 de Outubro. O dilema entre seguir profundizando-se e afundando-se em um mar de corrupção inflação e crise; ou regresar ao peronismo que tão pouco tem credenciais de grande idoniedade ética visto a suas inúmeras denúncias e processos que se encontram na justiça.

Sim o que se pode aludir de forma mais fria e apartada de paixóes e bandeiras políticas é que o país desde 2013, segundo mandato da ex-presidenta Cristina, que hoje é senadora e se postula como vice na chapa Fernández-Fernández.

Existe também muitas páginas e memes que fazem referencias a ambos bandos. Mas uma que chama a atenção é a página do Facebook denominada Que Regrese la Yegua Para Que nos Saquen el Gato(Quye volte a égua para que nos levem o gato). Apelidos dados por rivais políticos respectivamente aos ex-mandatário Cristina e Macri.

quarta-feira, outubro 16, 2019

O Sul é o caminho? Argentina novamente será um exemplo para o continente?

Com o regresso do peronismo ao poder, em aproximadamente um ano a Argentina voltará a crescer largos 5 a 10% ao ano. O peronismo é uma espécie de Cirão da Massa com Angela Merkel versão argentina. Sem contar que somente com o fator de que as previas eleitorais, que aqui são como nos EUA, em que o peronismo ressurgiu com força para ganhar já no 1º turno, respingou e mudou os prognósticos no Uruguai e Bolívia.

Em meio a essa convulsão causada pelo governo de Maurício Macri que fez o nível de desemprego subir mais de 20 pontos percentuais e criou cerca de 10 milhões de novos miseráveis em menos de 4 anos a Argentina como uma fênix já desponto como a ponta do iceberg continental em que pode tornar-se o bastião da redemocratização e recuperação ecônomica do continente latinoamericano.

O dólar a 60 pesos era algo inimaginável na gestão de "la yegua"(égua é o termo aplicado pelos anticristinistas a ex-presidenta Cristina Fernández). Esta pode vir ser uma guinada continental que tende a influenciar o continente positivamente para um rumo de âmbito popular e democrático apontado a um estado nacional e de desenvolvimento regional.

A aqui chamada Fórmula Fernández-Fernández, esta que uniu o peronismo clássico ao kirshner-cristinismo se aponta como vencedera das eleições de outubro no país portenho. Mas o que ocorrerá com a vitória de tal força política? Alberto Fernádez foi o chefe de gabinete de"l Pinguino", Néstor Kirchner(por antes ter governado um dos estados sulinos, Santa Cruz, ganhou o carinhoso apelido de seus opositores), e promete uma guinada no ruma de condução do estado argentino. Do neoliberalismo ortodóxo que há praticado Macri a uma espécie de Estado de Bem-Estar aos moldes clássicos europeus. Com uma forte presença do estado através de subsídios e uma política contundente de reindustrialização do país.

Abaixo os índices de crescimento durante o Governo Néstor Kirchner:
AnoCrecimento
del PIB
2003Crecimiento 8.8%
2004Crecimiento 9.0%
2005Crecimiento 9.2%
2006Crecimiento 8.4%
2007Crecimiento 8.0%
Uma fala do candidato sensação, Alberto Fernández é: "Não pode ser que a Argentina alimente a centenas de milhões de pessoas no mundo e que aqui tenhamos 10 milhões de pessoas a passar fome! Algo estamos fazendo mal!"

Nos últimos anos de mandato as exportaciones argentinas se multiplicaram por mais de quatro vezes, somente entre 2002 e 2007, cerca de 80 %. Somados a democratização dos meios de comunicação e um ganho real do poder de compra do povo argentino. Por sinalizar-se como uma nova esperança de que o país retome um processo similar hoje é que Alberto Fernández de candidato ungido pela ex-presidenta Cristina Fernández se tornou um hit no país. Afinal ele esteve a frente da chefia de gabinete desta era de ouro recente que representou o maior crescimento nos últimos 40 anos na Argentina.

Paralelamente ao descalabro que ocorre no Equador, aonde manifestantes estão contra o governo de Lenín Moreno estão sendo abatidos, o que sim ocorrerá com o fechamento ideológico conservador também do Brasil, Colombia, Chile e Perú, somados ao cataclisma institucional criado por este último fato antidemocrático na América do Sul, é que isto irá favorecer a Argentina... Com o peso argentino por primeira vez valendo menos que o uruguaio, o boliviano, o peso chileno e o sol peruano, o custeio de mão de obra na Argentina está baixíssimo em paralelos mundiais e isto estará muito interessante ao capital estrangeiro, este que como abútre busca sempre ganhar mais e gastar menos.

Com o fator este, o argentino por americanizado em promedio fala inglês em nível razoável, pois seu ensino universitário é de acesso gratuito e universal. Somado a isto o país tem históricamente mais call centers operando para Espanha e America Latina que para o mercado interno. Com o ingresso de refugiados venezuelanos que terminam por acentar-se na Argentina, pois dentre os caminhos a chegar-se caminhando é o com maior oportunidade laboral, o país hoje vive um pré-caminho para voltar a crescer em todos os âmbitos.

Fiz uma aposta equivocada na estabilidade uruguaia como um caminho para escapar da crise btrasileira e da ditadura bolsonarista. Viví por 2 meses pelo outro lado do Río de la Plata. O que ocorre é que o Uruguai é um país lento, tudo ocorre com a velocidade da paciência uruguaia, esta que me tira do juízo. Dois meses lá me pareceram 20 anos, já me esgotaram e foram como 20 anos improdutivos. Hoje faço um mestrado na UBA, Universidad de Buenos Aires, e aqui em 8 meses já participei de 4 espetáculos teatrais, pois também além de jornalista sou ator. A ccousa aqui é otro esquema e isto em meio a uma crise histórica sem precedentes.


sábado, março 02, 2019

¿Qué regrese la yegua para que nos saquen el gato?

Primeramente vengo a pedir disculpas a los seguidores y visitantes por mi ausencia de ese espacio. Como muchos o pocos deben saberlo estuve un par de tiempo a vivir en Brasil hasta la instauración de la dictadura fascista actual y antes todavía intente la vida en la carísisisisisima Montevideo.

Un amigo me hizo la invitación para estar un mes por Buenos Aires alojado en su departamento, plazo de validez dado hoy piso los talones en la realidad y estoy desde a poco más de una hora en un hostel/residencia/loquepude pagar por tener de salir apurado de adónde estaba.

Después de una ducha caliente después de días, pués mi amigo debido a la crisis no prende su termotanque me ví otra vez como hace mucho tiempo. Pobre, sincero, soltero y sin fama. A veces uno necesita pisar en lugares antes vividos para darse cuento que el mundo gira a pesar de que su vida no, o peor hizo un gran cambio marcha a trás.

Ni todos los cambios son positivos y ninguna parte de la tierra hoy puede ser mejor para gritar este pensamiento que la actual Argentina. Si por un lado mis dos meses en Uruguay fueron de muerto de mis bajísimnas economías y Baires es como cinco vezes menos cara que la bella y segura ciudad uruguaya del otro lado del río, la Buenos Aires que me deparo no tiene nada que ver con la ciudad adónde cierta vez he cursado periodismo en una cheta universidad por modicos 600 pesos mensuales.

La gente hoy come mucho más verdura y legumes que antes, no sé si es la moda vegana que llegó o los meses y meses y meses y meses y meses del gobierno del mister Maurício Macri que forcearon los argentinos a cambiar de costumbres.

Como si fuera hoy me recuerdo de una carnicería, mejor dicho, una boutique de carnes que venndía dos quiolos de bola de lomo a 23 pesos en una promoción y a pocios pasos de ella una verdulería que vendía el morrón a 18 pesos el quilo. Dato importante en mi corta história pués ese día y justo en ese instante decidí dejar de ser vegano.

Pero vamos a los bifes... De soja, pués el ancho salen hoy por hoy como 380 el quilo. De veras sientome raro, por estar en la cioudad en que tanto fui feliz, pero sin estar en ella a lo mismo. Ahí voy. ¿Qué pasó en ese chico intervalo de tiempo con mi Buenos Aires querido? Yo sigo pobre. Pero ser pobre me suena algo más difícil hoy en la Argentina. ¿O será que yo estoy más pobre que antes?

Estuve caminando por toda la ciudad distribuyendo mi currículo, 600 en total. Hoy tengo trés diplomas y todavía así no me llamaron siquiera para putearme por pegar mi currículo en locales prohibidos. En 2008 en 3 días en la ciudad por un anuncio del extinto Boomeran estaba haciendo una entrevista laboral. Mi padre cordobés que me perdone, pero hoy le puedo dar razón. Él decía que Argentina es una montaña rusa... Sube mucho, mucho y mucho, y cuando la cosa empieza a ir bien la cagan y la cosa se va repecho abajo.

Ni tengo un mes en la ciudad de la furia y ya me puedo notar que la gente sigue bipolar como antes. La eterna pelea entre peronismo y anti-peronismo, modernizada, Macri x Cristina es acobiante y me parece ser la única cosa que la gente logra ver como posible futuro para el país.

Recien vengo de un duro, sufrido y angustioso prooceso electoral en Brasil adónde la bipolaridad llevó a un ballotage semejante al argentino que se vislumbra. O PT o no-PT. Ese fue el timbre/carimbro/nota... ay son tantos países y dialevctos que tengo hoy en mi... de la campaça en el país del carnmaval, la cerveza y las mujeres desnudas. Lo que veo y a mi me parece claro es que la propuesta neoliberal en Argentina ya se aplicó y no tuvo éxito, mientras que en Brasil recién comienza. ¿Será que Brasil se va a hundir tan rápido y bajo cuanto la Argentina con Macri?

La cuestión todavía no es Brasil, por suerte pude escapar antes de la subida al poder del hijo del Hitler que es asesorado económicamente por un Chicago Boy que quiere hacer lo mismo que hizo en los 80 Pinochet en Chile con la jubilaciones y fondos de pensiones. 

La imagen puede contener: una o varias personas, personas de pie y exteriorHoy vivo en la Argentina y me preocupo egoistamente por mi, lo que si cada uno lo hiciera llegaía a la misma conclusión. Hay que sacar Macri y el pro del poder como sea, eso es urgente, pero no debemos caer en la trampoa de que para sacar al gato necesitamos regresar con la yegua.

Existe un movimiento de la decada de 40 en euroipa llamado Tercera Vía que se torno posíble al pregonar que entre los extremos hay un camino, más tranquilo y más seguro. Habrán elecciones en 2019 en Argentina y Uruguay y el riesgue de que Uruguay caiga en un gobierno fascista y de que Argentina siga cuesta abajo es una señal roja para el continente.

Extraño tener 12 quilos a menos. Extraño muchas cosas. Extraño los cortes de calle que protestaban contra el aumento del Subte de 1,00 para 1,10 pesos. ¡Ay, caramba! Que nostalgia de ir en el 31 de Diciembre por 35 pesos a una canilla-libre. Como me hacen falta aquellos tiempos en que al estar retrasado para la facu me tomaba un táxi y no me pasaban de 40 pesos. Que bueno era tener un auto poner la nafta a 4p y ir a la costanera por un chori doble y terminar de gastar los 10p de la noche. Estraño por demás el fallido tenedor libre Ciudad Paraíso con sus 5 chefes y panquecas por 32 pesos, y reclamar del precio de la Quilmes por 15 pesos. Me siento rato todavía al entregar una Evita en cambio de un pancho y que el vuelto venga en monedas. 

No quiero sentirme un viejo mirándo hacia el pasado. Tengo una sugerencia. Cortemos un cero de la moneda, volvamos al primer mandato de Cristina y votemos a Hermes Binner o Altamira y finjamos que no pasamos por todo eso. ¿Qué le parece Argentina?

sexta-feira, março 10, 2017

La Mentira de las izquierdas en Latinoamerica


Resultado de imaxes para lulaAños en España(Que para mi no existe, y sí un montonazo de países invadidos sob su regia), años en Brasil, años en Argentina... En eso y bajo esta experiencia mía y parecer particular veo que todos los políticos que llegan al poder pre rogando una política de centro, pero con discursividades y retóricas de izquierda nada más lo hacen en el poder que gobiernos neo-liberales. Cito los pares de esta metáfora concreta a Bachellet, Lula, Kirchner's, Mujica, Zapatero, Hollande... Son una verdadera lacra que solamente sirvieron para desilusionar el pueblo despolitizado a soñar con un día un gobierno un poco menos a la derecha que todos los antecesores. Quizá Mujica logró llegar cerca a un gobierno de centro a centro izquierda en algunos momentos. Lo que pasa es que la aculturación yankee-imperialista-neoliberal-capitalista ya fue tan intrínsecamente inyectada en la población que la torno tan facha y tan de derecha que una vergüenza como el gobierno de un PT(Brasil) o FPV(Argentina) suena a gente despolitizada como la PELIGROSA IZQUIERDA COMUNISTA.



Es absolutamente una basura ideológica esa gente que va a la calle en su momento en Brasil a gritar "fuera comunistas", "Brasil no es Cuba", "Queremos el regreso de lo militares", "sálvanos de la invasión comunista" y otras imbecilidades. Esa gente votó al Partido dos Trabalhadores en 2002, justamente y cuando ese firma un documento en Recife nombrado "Carta de Compromisso com os Brasileiros", la misma esta que es un documento de comprometimiento con las políticas neoliberales de su antecesor Fernando Henrique Cardozo. FHC un pulcra, burócrata que vendió el país y ha privatizado las minerías y telefónicas brasileñas.

Si vamos por más y sin interés excusos u oscuros sin ser un palo pago de estos falsos izquierdistas en un ámbito mundial Noruega es más izquierda que Cuba, que está más a la izquierda el chavizmo, que está muy a la izquierda de todo que ha pasado en el continente latino americano con sus falacias.

Tranquilamente soy en favor da la libre manifestación de cada uno, sea a la derecha o a la izquierda, solamente lo que a mi no pasa y me abarranca la garganta es la mentira, la falta de percepción de la realidad y la mediocridad.