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sexta-feira, junho 30, 2017

Alemanha se torna 24º país do mundo a aprovar matrimônio e adopção igualitários

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O projeto foi impulsionado pelos sociais-democrata (SPD) – rompendo o acordo de coalizão com os conservadores da chanceler Angela Merkel –, numa inédita aliança com os Verdes, a Esquerda e o bloco democrata-cristão. A iniciativa, a três meses das eleições gerais, recebeu o aval de 393 deputados. A chanceler (primeira-ministra) Merkel, e o líder da bancada democrata-cristã, Wolfgan Kauder, junto a outros 224 parlamentares conservadores votaram contra o projeto, que concede aos casais do mesmo sexo direitos iguais aos casais heterossexuais, incluindo o direito de adotar filhos. 

Espera-se que a lei entre em vigor ainda neste ano, fazendo da Alemanha o 24º país do mundo a legalizar o casamento igualitário – que já é uma realidade em nações como o Brasil e os Estados Unidos. Na Europa ainda há vários Estados onde essa opção continua inacessível, como Áustria, Itália e Grécia e algumas nações do Leste Europeu.
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Em abril de 2001, a Holanda tornou-se no primeiro país a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo e desde então, 12 países europeus seguiram o exemplo, entre os quais a Bélgica, Espanha, Noruega, Suécia, Portugal, Islândia, Dinamarca, França, Grã-Bretanha (com exceção da Irlanda do Norte), Luxemburgo e Irlanda, na sequência de um referendo.

A grande maioria dos países da Europa Oriental, dos quais a Lituânia, Letónia, Polónia, Eslováquia, Roménia e Bulgária, não autorizaram nem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, nem a união de facto. Vários países da Europa Ocidental permitem ainda a adoção conjunta por casais do mesmo sexo seja em contexto de casamento ou união civil, como Holanda, Dinamarca, Suécia, Espanha, Bélgica, França e Reino Unido.

Nas Américas apenas Uruguay, Argentina, México, Chile e Colombia permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Na Argentina e Uruguay o direito de adotar filhos também está contemplado.

quinta-feira, maio 25, 2017

OMS declara solteirice um transtorno e descapacidade

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Sua falta de jeito para ser capaz de encontrar uma pessoa ou formar par com quem deseja ou que gostaria de compartilhar sua vida e ter filhos, é sim grave problema. Não encontrar alguém que lhe dê amor, alguém que possa querer tentar conceber intimidade com você. Por mais que você queira ser uma pessoa que tenha ao lado um ser especial acabarás infértil e ficará incapacitada de dar luz a uma nova geração.

Embora essa deficiência não se qualificar ainda para que possamos receber assistência do governo especial ou salários sem trabalhar, ele vem com algumas vantagens, pelo menos para alguns. Tudo começa com a infeliz capacidade de se procriar em casal. Obviamente antes de ser capaz de se conceber via laboratório, as coisas eram muito mais simples e apenas seguia o curso da natureza. 

Isto terminou quando foi determinado que a incapacidade de ter filhos, ou politicamente infertilidade é considerada uma deficiências e criou multiplicidades na vida moderna, pois não apenas casais héteros agora podem gerar uma vida.

"Estou solteiro porque eu não brinco de namorar e muito menos com os sentimentos das pessoas, não namoro pra quem já me esqueceu, não namoro só pra ter status no facebook..." Desculpa típica dos fracassados na arte da caça pelo par perfeito. Mesmo a considerar a quantidade de gente feia que tem relações estáveis, você pode fracassar por inúmeras razões no momento da conquista.

Alvo errado é o caso mais comum. Se interessar por alguém que não está dando a mínima para você. Seja objetivo, não perca tempo com quem.  O isolamento social pode aumentar em 14% o risco de morte em adultos. Então caia na gandaia sempre, com amigos e inimigos, é saudável.

John Cacioppo, psicólogo da Universidade de Chicago, já havia identificado um vínculo entre a solidão, um aumento de atividade dos genes envolvidos nas inflamações e uma diminuição da atividade de outros genes que cumprem um papel crucial nas respostas antivirais do corpo.

Dentro desta perspectiva e com o índice alarmante e crescente de solteiro acima de 30 anos em escala crescente a OMS passou a pesquisar o tema e sua interferência no cotidiano humano. Se pode constatar que devido ao declive da economia mundial as pessoas vêem o casamento como uma possível subida nos seus gastos e diminuição da qualidade de vida. O efeito rebote deste novo pensar socio-cultural é a solteirice crônica. Propositalmente as pessoas evitam profundizar-se nas relações o que causa um quadro subsequente de depressão e crises de ansiedade.