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segunda-feira, abril 10, 2017

Viral: Polêmico jogo sexual se torna febre entre estudantes da capital


Quem nunca quis participar de uma competição de punheta com os amigos, e descobrir quem goza mais rápido? E esta é a nova moda entre universitários em festas privadas da capital catarinense. Vídeos compartilhados por aplicativos móveis mostram que em festas entre jovens o jogo um tanto inusitado tem ocorrido em meio ao uso de drogas e álcool.

O jogo é simples e se basa em punição ao perdedor. Sempre são dois os desafiantes. Existem algumas variantes mas o mais visto é aonde os adversários sentam-se lado a lado ao oponente e devem masturbar o rival, perde o que gozar primeiro. A punição? Fazer sexo oral no vencedor até que ele ejacule.
Todo o espetáculo é acompanhado pelos atentos espectadores que vibram a cada gemido, que pode ser o prenúncio da derrota de um dos jogadores. E ao que o perdedor estupefato de tesão não resiste e ejacula é um momento de clímax e a torcida em êxtase grita: "Gozou agora, agora chupa!!! Chupa! Chupa!". Tal castigo ao perdedor é filmado e vigiado pelos demais para ser cumprido, e os presentes riem e se divertem. 

Médicos da capital estão preocupados com o fato do jogo envolver a não utilização de preservativo e com o secretismo em torno do mesmo, fazendo assim este alerta para que a informação dos riscos chegue aos jovens que venham a praticar o jogo apelidado de Guerra Gozada.

Por razões óbvias não poderemos divulgar os vídeos, mas nossa reportagem teve acesso a alguns deles aonde se pode identificar ao menos em mais de meia dúzia dos vídeos que o jogo que parece ter inspiração no colombiano Roleta Sexual e no Programa de TV japonês "Sing What Happens" que vai ao ar em um canal adulto japonês. Apenas homens podem participar, e eles são masturbados usando as mãos ou os pés por pessoas da produção. A ideia é que ele não se distraia e consiga cantar a música até o fim – mesmo se chegar a ejacular.

Constatamos que a prática que é a moda da vez ocorre em festas com universitários de ao menos 2 instituições públicas e 3 privadas da grande Florianópolis.

terça-feira, janeiro 10, 2017

UFSC: Jogo sexual preocupa autoridades da capital

Resultado de imaxes para carrussel sexualUm jogo sexual está a preocupar as autoridades, este que tem ocorrido em festas promovidas por alunos da Universidade Federal de Santa Catarina e consiste em uma especie de roleta russa quanto a ejaculação. Existe um vídeo de quatro minutos que se tornou viral nas redes sociais e mostra como se joga: cinco rapazes estão sentados sem roupa e completamente entumecidos em suas genitálias e moças ou as vezes rapazes, nus da cintura para baixo, sentam-se aos seus colos e assim se deixam penetrar. A cada 30 segundos, mudam para o colo do rapaz ao lado. Perde o jovem que ejacular primeiro.

Alguns dos jovens que aparecem no vídeo são menores de idade(calouros) e em cima de uma mesa são visíveis várias garrafas de álcool e cigarros. Um dos jovens contou ao blog que faz este jogo regularmente nas festas universitárias, tendo recebido as instruções do jogo por uma mensagem no Whatsapp. O rapaz, que não se quis identificar, contou ainda que não usam preservativo. Os jovens contam também que este começou na Colômbia, onde é conhecido por Carrossel(Não o do SBT, de origem mexicana).

Um aumento de casos de doenças sexualmente transmissíveis na unidade de adolescentes de um hospital de Madrid e pelo menos quatro casos de gravidezes indesejadas são sinais que estão a preocupar as autoridades de saúde da capital, que alertam para um jogo sexual perigoso, chamado "roleta sexual" ou "carrossel sexual".

"O problema é que se unem a inconsciência e a imaturidade. Com boa educação sexual isto não aconteceria", explicou a psicóloga e sexóloga Ana Lombard. A especialista explica alguns dos problemas práticos deste tipo de comportamento: "os rapazes podem ter problemas de ereção e de controle da ejaculação. Mas é pior para as raparigas e rapazes passivos. A dor de serem penetradas sem estarem excitadas cria vaginismo: a vagina está contraída e isso cria lacerações e feridas e também fissuras no reto".

Além disso, mesmo que os rapazes usem preservativo, as raparigas estão "totalmente indefesas", continua Lombardía. "Elas vão rodando e entram em contacto com as secreções das outras. Logo contraem VIH, hepatite C, sífilis, gonorreia e o HPV". "Os jovens são cada vez mais precoces e têm acesso ao álcool, drogas e sexo mais cedo. Aborrecem-se rápido e procuram outras formas de se divertirem sexualmente", explicou a psicóloga e sexóloga.


quinta-feira, novembro 03, 2016

Um em cada cinco jovens no Brasil não estuda nem trabalha

Resultado de imaxes para estudantes santa catarina

Na cidade de Florianópolis 63,42% dos jovens entre 17 e 18 anos concluíram o ensino médio. A média de todo o Brasil é de 41%. Classificado como nível “muito alto”, o ensino público de Florianópolis mostrou que está fazendo a lição de casa e tirou a nota 0,800. O IDHM é contabilizado de 0 a 1, e quanto mais perto do 1, melhor é o desempenho do município. O cálculo relativo à educação leva em conta a taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais e a frequência escolar. Mas esconde uma dura realidade pois os índices não se repetem fora da capital do estado e país afora.

A expansão da cobertura educativa no Brasil nos últimos anos melhorou a situação, mas não o suficiente: “Apesar do progresso notável na educação durante a última década, menos de um terço dos jovens com idade entre 25 e 29 anos recebeu alguma educação em faculdades, universidades e institutos técnicos de nível superior. Um terço dos jovens – 13 milhões – não completou o ensino secundário e não está sendo escolarizado”.

No âmbito da educação técnica tampouco se avança. “O Brasil exibe a maior diferença do mundo entre a oferta disponível de competências e as demandadas pelas empresas”, explica o estudo da OCDE. A América Latina avançou muito nos últimos anos, mas o risco de estagnação e retrocesso é enorme, embora os especialistas estejam confiantes de que a situação econômica vai melhorar em 2017. Os jovens aguardam ansiosamente uma resposta.

A América Latina foi, nos últimos anos, uma das grandes promessas do planeta. Um crescimento sustentado na maioria dos países, graças ao aumento do preço das matérias-primas, e políticas de inclusão da era dourada da esquerda fizeram com que o mundo olhasse para essa região com enormes expectativas. A classe média aumentou, nasceram polos empresariais, cresceu o comércio e milhões de pessoas saíram da pobreza enquanto se expandia significativamente a cobertura da saúde pública e da educação. Mas o ponto de partida era tão baixo, a desigualdade tão forte, que o primeiro vento contrário, com uma desaceleração da economia latino-americana nos últimos cinco anos que agora já é claramente uma recessão, com dois anos de queda do PIB regional pela primeira vez desde a década de oitenta, pode destruir a maior parte dessas conquistas. E o bloco mais vulnerável parece ser a juventude, de acordo com o relatório da OCDE que se especializou em analisar a situação desse grupo.

Crise das expectativas

Todos os dados analisados indicam a mesma coisa: a saída do desastre latino-americanos dos anos oitenta e parte da década dos noventa diminuiu abruptamente quando ainda não tinha chegado a um ritmo suficiente para tirar a região de seu atraso em relação aos países mais avançados. A América Latina tem uma grande vantagem sobre a Europa, os EUA e outras regiões mais desenvolvidas: é muito jovem. Um quarto da população tem entre 15 e 29 anos. No entanto, as carências na educação, formação profissional e a desigualdade e falta de oportunidades em vastas áreas da região, especialmente nas periferias das grandes cidades, colocam em risco essa vantagem.

No Brasil as conquistas até agora têm sido importantes, segundo o relatório. Mas não são suficientes. Entre 2000 e 2015 caiu de 42% para 23% a proporção de latino-americanos com menos de quatro dólares disponíveis por dia. Isso é causado por melhores salários, mais empregos e mais transferências. Mas em 2015, tudo isso foi truncado e sete milhões de pessoas caíram de volta na pobreza. Já há 75 milhões de pobres, 29,2% da população, e outras 15 ou 20 milhões de pessoas estão em risco de cair nela se a recessão continuar.

Isso está afetando especialmente os jovens, que estão sofrendo com uma enorme crise de expectativas. O relatório também detalha um dado inquietante já observado no Latinobarómetro, a principal pesquisa regional com mais de 20.000 entrevistas. “A desconexão profunda entre suas expectativas e demandas e a realidade está alimentando o descontentamento social e debilitando a confiança nas instituições democráticas. O resultado é que apenas um em cada três jovens confia nos processos eleitorais na América Latina e no Caribe”, diz o texto.

O principal problema é a desconexão dos jovens que abandonam a escola com o mundo do emprego formal, que nunca alcançam. “Os jovens procedentes de lares pobres e vulneráveis abandonam a escola antes que seus pares de lares acomodados e, quando trabalham, geralmente é em empregos informais. Com 15 anos, quase 70% dos jovens de famílias pobres estão estudando, enquanto que com a idade de 29, três de cada 10 nem estuda, nem trabalha. Outros quatro trabalham no setor informal, apenas dois trabalham no setor formal e um é estudante trabalhador ou estudante”, diz o estudo.

terça-feira, novembro 01, 2016

Bolsistas criam página no Facebook para denunciar preconceito

Resultado de imaxes para protesto ufsc“Uma vez na aula de introdução ao Jornalismo, a professora pediu pra entrevistar pessoas que estudam em colégio público. Durante a explicação, uma das alunas da turma perguntou pra colega que tava do lado: ‘Onde eu vou encontrar esse tipo de gente?’ Aquilo me paralisou e eu pensei em ironicamente ‘oferecer’ um dos meus amigos da Favela do Siri pra ela.”

Este é apenas um dos muitos relatos publicados na página Bastardos da UFSC, feita por oito alunos bolsistas para denunciar o preconceito que sofrem no dia-a-dia de estudos na universidade capital.  Criada em setembro, a página já tem mais de 11 mil curtidas e cerca de 80 relatos como o reproduzido acima.

“O interessante é que também estamos alcançando pessoas de outras faculdades. Isso mostra que o problema é maior e mais recorrente do que se imagina”, afirmou um dos organizadores, que preferiu não se identificar. Mas alerta que não sabe o quanto a página poderá ficar no ar, pois, sofreram já ameças e ataques de hackers pro nazismo, estes que tentaram retirar a página do ar.

sábado, outubro 29, 2016

Ousadia e Inovação: Aluno promete perder virgindade anal publicamente

Resultado de imaxes para macho dando o cu escondidoEstudante de cênicas da UFSC realizará em única sessão(SIC) espetáculo de performance aonde será penetrado por um amigo voluntário perante banca de professores, alunos e convidados.

Cleyton Douza, também conhecido como Clê Boquinha doce, irá n a próxima semana realizar o espetáculo-performance "Me Abrindo para o Mundo", aonde dentre várias polêmicas irá ser penetrado analmente por um colega que se dispôs a fazer parte da performance e desvirgina-lo neste ato cênico.

Durante a experiência o aluno pretende explicar ao público as sensações dele durante este ato não muito comum e inédito em sua vida. Também ele provará muitas outras coisas pela primeira vez, como por exemplo: Beijar uma mulher, comer ovo cru e se masturbar cantando Le Vie en Rose, de Edith Piaff.

"A chave da arte performática é que ela só deve ser performada uma vez. E perder a virgindade é a última coisa que vai acontecer uma única vez na vida de uma pessoa", explicou Clayton que já possui mais de 2 mil fãs em sua página no facebook.
O performance filmará o evento mais não divulgará o local para evitar retaliações de grupos religiosos e de skin heads que já o ameaçaram por telefone e redes sociais.


quarta-feira, outubro 26, 2016

Segurança Pública: Onda de estupro masculino na UFSC

Resultado de imaxes para camera de segurança estuproNa capital catarinense casos de violação tem sido registrado mais de 40 casos de estupros de homens por uma quadrilha em menos de 2 meses. Estima-se que o número possa ser ainda maior, pois algumas vítimas se sentem constrangidas de fazer Boletim de Ocorrência.

Contactamos uma das vítimas que aceitou nos dar entrevista sem ser identificado: “Eu estava correndo como sempre corro de tarde perto da UFSC, próximo ao CTC. Eles apareceram do nada, com uma arma na minha cintura. Imaginei roubo, sequestro, ou qualquer outra coisa, mas jamais pensaria que seria estuprado. Me levaram em um terreno com mato alto (…) Por mais força que eu tivesse, era impossível sair dali. Eles me colocaram de costas no chão, um deles ajoelhou sobre minha nuca, prendendo meus braços com os joelhos, enquanto o outro segurava uma das minhas pernas pro lado para o terceiro realizar o ato” diz. 

A vítima fica cerca de 30 a 50 minutos em poder dos estupradores em média. Outros depoimentos relatam quase sempre o mesmo roteiro de ação. Enquanto dois dos estupradores seguram a vítima, o outro o deixa nu e força o sexo retal. Muitas vezes causando ferimentos anais ao homem. Algumas vítimas relataram que também foram obrigadas a fazer sexo oral nos bandidos e engolir esperma. Algumas imagens de câmeras de segurança mostram que são sempre os mesmos 3 homens, de estatura alta, bem fortes, um deles armado. Eles abordam e rendem a vítima, que é levada para um lugar ermo onde é estuprada.

Depois do ato, uma das vítimas pediu ajuda a um carro que passava e foi levado ao do Hospital Universitário, onde teve que fazer curativos no anus e mobilizar o braço que foi deslocado com o peso de um dos estupradores. A polícia ainda não tem informações sobre os suspeitos, mas sabe que é sempre a mesma quadrilha, e que ataca homens de 20 a 35 anos, de noite, em horários distintos. Foram relatados 28 casos na zona entre Trindade e Carvoeira, e 13 próximo ao Shopping Iguatemi, e 8 nas proximidades do bosque da UFSC, o que faz as investigações ficarem mais difíceis, pois demonstram não ter um lugar fixo para atacar.

Os policiais alertam para que homens evitem caminhar sozinhos de noite, e nunca reajam aos ataques. Também sugerem que usem roupas com cintos, ou mais justas, pois acreditam que ao ver uma roupa mais difícil de tirar, os estupradores podem preferir outra vítima. E talvez com essa última informação, você deva ter percebido que isso não ocorra mais exclusivamente com mulheres. 

Homens solidário aos seus pares irão protestar frente a reitoria da UFSC pelo fim da cultura do Estupro e por mais segurança para os homens de bem. O ato será na próxima 5ª feira as 18:00h. 

quarta-feira, outubro 05, 2016

Aluno de Sociologia da UFSC diz que não votou no PSTU e sofre estupro coletivo de feminazis

Maurício Botelho, estudante de Ciências Sociais da UFSC, teve problemas na universidade após declarar que não votou e nem votará jamais no PSTU ou qualquer partido de esquerda nas eleições para prefeito de Florianópolis. O estudante acabou sendo jubilado da faculdade, despido por estudantes transgêneros e não sem antes ter sido humilhado por colegas. Ainda ao fim nu e amarrado usando apenas uma boina de Che Guevara lhe introduziram um charuto e depois o jovem sofrera um estupro coletivo de feministas radicais.
“Votei no Murilo Flores no primeiro turno e votarei no Gean no segundo. Por causa disso, sofri na faculdade. Ninguém queria fazer trabalho comigo e, na cantina, só me deixavam comprar coxinha”, disse o jovem, visivelmente abalado.
A unanimidade de estudantes pró-esquerda neste campus, o de Ciências Humanas levou o TSE a liberar os universitários de irem às urnas no segundo turno. Os votos foram automaticamente computados para PSTU(feministas), PSOL(LGBTs), PCdoB(filhos de professores e sindicalistas) e nulos no segundo turno, assim como os de evangélicos serão para Gean e de católicos para Ângela.

O rapaz conta também que já sofreu muito preconceito por usar camisa polo e dizer a expressão "top".